Apuração
Deputado estadual · 2018 · PSOL

Arnaldo Assunção

Arnaldo Bezerra Assunção · nasceu em 1969

Arnaldo Assunção se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2018, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,51← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MOBILIZA2008MOBILIZA2016PSOL2018PSOL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 2 partidos: MOBILIZA (2004–2008), PSOL (2016–2018).

Dep. estadualVereadorPartidoMOBILIZAPSOL20042006200820102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2018: 49 anos, até o fundamental, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Alagoas
    PSOL 50147· esquerda
    candidatura não chegou à urna
  2. 2016
    Vereador · Piranhas (AL)
    PSOL 50147· esquerda· na urna, Arnaldo Sanção
    não eleito
  3. 2008
    Vereador · Piranhas (AL)
    MOBILIZA 33333· centro-direita· na urna, Arnaldo Sanção
    suplente170 votos
  4. 2004
    Vereador · Piranhas (AL)
    MOBILIZA 33333· centro-direita· na urna, Arnaldo Sanção
    eleito427 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Arnaldo Assunção declarou R$ 256,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 107,1 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 256,7 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 158.000 na declaração)

Mais da metade (59%) dos candidatos a vereador em Alagoas não declarou nenhum bem em 2016.

Cada quadrado é 1% de R$ 256,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Arnaldo Assunção declarou ao TSE R$ 25 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 11 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · Alagoas · PSOL · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 1.411
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

Nada declarado em 2018.

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Alagoas, 2018

Mediana da disputa: R$ 16,4 por voto. Quem venceu, Ricardo Nezinho, gastou R$ 7,86 por voto. O voto mais caro custou R$ 4.756; o mais barato, R$ 7,86.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 6,1 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 196 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.