Arnaldo
Arnaldo Bitencourt · nasceu em 1954
Arnaldo se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: MDB (2008–2012), PHS (2016), PSB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 66 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Arnaldo declarou R$ 162,5 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- ArnaldoR$ 162,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Arnaldo declarou ao TSE R$ 389 em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Pedrão (BA) · PHS · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Pedrão (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 32,8 por voto. Quem venceu, Cabaça, gastou R$ 20,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 307; o mais barato, R$ 12.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dimas MDBR$ 3,1 mil · 10 votosR$ 307
- Allan De Enedino PSDBR$ 2,1 mil · 7 votosR$ 301
- Iraildes (Irá) PROSR$ 4 mil · 22 votosR$ 184
- Ana Désia PDTR$ 3,6 mil · 44 votosR$ 81,9
- Professor Eraldo (Ado) CIDADANIAR$ 3,2 mil · 67 votosR$ 48,3
- Luiz Do Bom Jesus PDTR$ 3,1 mil · 88 votosR$ 35
- Ze Carlos PSDR$ 3,8 mil · 116 votosR$ 32,8
- Guito Da Galinha PDTR$ 3,9 mil · 120 votosR$ 32,3
- Zé Roque MDBR$ 3,5 mil · 126 votosR$ 27,8
- Roque Da Barriguda PC do BR$ 1,7 mil · 80 votosR$ 21,3
- Cabaça PDTR$ 3,7 mil · 178 votosR$ 20,9
- Pró Angelica PSDR$ 1,7 mil · 141 votosR$ 12
Votos por real
- 2016, vereador: 124 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.