Apuração
Deputado federal · 2010 · AVANTE

Armando Del Bianco

Armando Cesar Del Bianco · nasceu em 1969

Armando Del Bianco disputou uma eleição, em 2010, para deputado federal (Minas Gerais), pelo AVANTE: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoAVANTE+0,23← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. federalPartidoAVANTE2010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 41 anos, ensino médio, produtor agropecuário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado federal · Minas Gerais
    AVANTE 7013· centro-direita
    suplente1.238 votos; 290º mais votado de 524 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Armando Del Bianco teve 1.238 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 290º lugar entre 524 candidatos.

Recebeu votos em 156 cidades. Belo Horizonte deu 30,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 62,2%.

1.238 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 1.238 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)375 votos30,3%
  2. Curvelo (MG)73 votos5,9%
  3. Esmeraldas (MG)46 votos3,7%
  4. Brasília de Minas (MG)39 votos3,2%
  5. Contagem (MG)35 votos2,8%
  6. Outras 141 cidades468 votos37,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Armando Del Bianco declarou R$ 358,3 mil em bens, em reais de hoje: 2,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 358,3 mil
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 144.900 na declaração)

Declarou 2,1 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em Minas Gerais em 2010.

  • Armando Del BiancoR$ 358,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 171,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2,1 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 358,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2010, Armando Del Bianco declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, em reais de hoje.

2010 · Deputado federal · Minas Gerais · AVANTE · suplente

De onde veio

R$ 21,8 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 6 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 21,8 mil.
  1. Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 16,7 mil76,6%
  2. Próprio bolsoR$ 3.66516,8%
  3. PartidoTudo de Comitê Financeiro ÚnicoR$ 1.4426,6%

Para onde foi

R$ 21,8 mil
O maior gasto foi com outros: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: deputado federal, Minas Gerais, 2010

Mediana da disputa: R$ 52,3 por voto. Quem venceu, Weliton Prado, gastou R$ 19,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 231; o mais barato, R$ 19,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado federal: 57 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.