Apuração
Deputado estadual · 2006 · MDB

Armando Costa

Armando Gonçalves Costa · nasceu em 1940

Armando Costa se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2006, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PL2006MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PL (2002), MDB (2006).

Dep. estadualPartidoPLMDB200220042006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 66 anos, superior completo, médico. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado estadual · Minas Gerais
    MDB 15850· centro
    suplente15.478 votos; 158º mais votado de 852 no estado
  2. 2002
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PL 22345· direita
    suplente23.374 votos; 134º mais votado de 725 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Armando Costa teve 15.478 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 158º lugar entre 852 candidatos.

Recebeu votos em 380 cidades. Felixlândia deu 10,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 57,8%.

15.478 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 15.478 votos.
  1. Felixlândia (MG)1.692 votos10,9%
  2. Belo Horizonte (MG)1.365 votos8,8%
  3. Barão de Cocais (MG)1.079 votos7%
  4. Almenara (MG)764 votos4,9%
  5. Pirapora (MG)637 votos4,1%
  6. Outras 365 cidades6.538 votos42,2%
As outras 1 eleições para deputado
23.374 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 23.374 votos.
  1. Barão de Cocais (MG)2.868 votos12,3%
  2. Belo Horizonte (MG)1.947 votos8,3%
  3. Três Marias (MG)1.735 votos7,4%
  4. Pirapora (MG)1.279 votos5,5%
  5. Felixlândia (MG)1.185 votos5,1%
  6. Outras 395 cidades8.702 votos37,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Armando Costa declarou R$ 950,2 mil em bens, em reais de hoje: 6,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 950,2 mil
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 318.632 na declaração)

Declarou 6,2 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2006.

  • Armando CostaR$ 950,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 152,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2,2 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 950,2 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2006, do maior ao menor
  1. 01 Apart. belo horizonteR$ 730,4 mil
    Outros
  2. 01 Carro pólo 1.6/2003R$ 86,5 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  3. 01 Carro palio 1.3/2004R$ 77,5 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  4. Em espécie em casaR$ 38,8 mil
    Dinheiro e aplicações
  5. Titulos patrimoniais de clubesR$ 14,9 mil
    Outros
  6. Saldo em contas correntesR$ 2.123
    Dinheiro e aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Armando Costa declarou ao TSE R$ 546 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 407 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2006 · Deputado estadual · Minas Gerais · MDB · suplente

De onde veio

R$ 407,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 407,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 29,7 mil7,3%
  2. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 21,9 mil5,4%
  3. PartidoR$ 2.9660,7%
  4. Outros candidatosR$ 1.3670,3%

Para onde foi

R$ 400,6 mil
O maior gasto foi com material impresso: 39% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 400,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços138 pessoas, não nomeadasR$ 153,7 mil38,4%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 8.8992,2%
  3. OutrosR$ 5.3091,3%
  4. PessoalR$ 4.5121,1%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2006

Mediana da disputa: R$ 25 por voto. Quem venceu, Dinis Pinheiro, gastou R$ 9,64 por voto. O voto mais caro custou R$ 134; o mais barato, R$ 9,64.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado estadual: 39 votos por R$ 1.000, 42% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 169 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.