Apuração
Vereador · 2020 · PSDB

Armando

Armando Mario da Silva · nasceu em 1977

Armando se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,38← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2016PSDB2020PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.

Sempre pelo PSDB.

VereadorPartidoPSDB201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 43 anos, até o fundamental, agricultor, cor indígena. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PSDB 45123· centro-direita
    não eleito
  2. 2016
    PSDB 45677· centro-direita· na urna, Armando Marubo
    eleito226 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Armando declarou R$ 26,3 mil em bens, em reais de hoje.

Em 2020, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 1.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 26,3 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 16.200 na declaração)

Mais da metade (52%) dos candidatos a vereador no Amazonas não declarou nenhum bem em 2016.

Cada quadrado é 1% de R$ 26,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Armando declarou ao TSE R$ 5,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 5,7 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Atalaia do Norte (AM) · PSDB · não eleito

De onde veio

R$ 201
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 201.
  1. Outros candidatosR$ 14471,8%
  2. PessoasR$ 5728,2%

Para onde foi

Nada declarado em 2020.

Quanto custou cada voto: vereador, Atalaia do Norte (AM), 2020

Mediana da disputa: R$ 346 por voto. Quem venceu, Analimar Kanamari, gastou R$ 6,23 por voto. O voto mais caro custou R$ 3.396; o mais barato, R$ 6,23.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 7 sem gasto declarado.

Ver em tabela
  • Julia Marques MDBR$ 17 mil · 5 votosR$ 3.396
  • Naza REPUBLICANOSR$ 15 mil · 22 votosR$ 675
  • Rita REPUBLICANOSR$ 15 mil · 43 votosR$ 346
  • Jackson Felix PSDR$ 7,1 mil · 151 votosR$ 46,9
  • Analimar Kanamari PSDR$ 1,4 mil · 227 votosR$ 6,23

Votos por real

  • 2016, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.