Apuração
Deputado federal · 2010 · MDB

Arlindo Signor (cabo)

Arlindo Signor · nasceu em 1958

Arlindo Signor (cabo) disputou uma eleição, em 2010, para deputado federal (Rio Grande do Sul), pelo MDB: suplente.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. federalPartidoMDB2010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 52 anos, ensino médio. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    MDB 1505· centro
    suplente4.372 votos; 96º mais votado de 271 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Arlindo Signor (cabo) teve 4.372 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 96º lugar entre 271 candidatos.

Recebeu votos em 222 cidades. Espumoso deu 21,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 60,5%.

4.372 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 4.372 votos.
  1. Espumoso (RS)924 votos21,1%
  2. Caxias do Sul (RS)405 votos9,3%
  3. Porto Alegre (RS)216 votos4,9%
  4. Passo Fundo (RS)161 votos3,7%
  5. Santa Maria (RS)149 votos3,4%
  6. Outras 207 cidades1.726 votos39,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Arlindo Signor (cabo) declarou R$ 445,1 mil em bens, em reais de hoje: 4,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 445,1 mil
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 180.000 na declaração)

Declarou 4,5 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal no Rio Grande do Sul em 2010.

  • Arlindo Signor (cabo)R$ 445,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 98,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,2 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 445,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2010, Arlindo Signor (cabo) declarou ao TSE R$ 41 mil em receitas, em reais de hoje.

2010 · Deputado federal · Rio Grande do Sul · MDB · suplente

De onde veio

R$ 41,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 41,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 20,2 mil48,8%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 3.2988%

Para onde foi

R$ 41,4 mil
O maior gasto foi com material impresso: 86% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 41,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. InternetR$ 1.4663,5%
  2. TransporteR$ 6111,5%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rio Grande do Sul, 2010

Mediana da disputa: R$ 24,6 por voto. Quem venceu, Manuela D Avila, gastou R$ 5,31 por voto. O voto mais caro custou R$ 98,9; o mais barato, R$ 5,31.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado federal: 106 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.