Apuração
Deputado federal · 2026 · PSDB

Arlei Romeiro

nasceu em 1972

Arlei Romeiro se candidatou em 2 eleições, de 2024 a 2026, e foi eleito em nenhuma.

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Direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,48← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2024PP2026PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PP (2024), PSDB (2026).

Dep. federalVereadorPartidoPPPSDB20242026
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2026, não eleito.

Declarou ao TSE em 2026: 54 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2026
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    PSDB 4556· centro-direita
    não eleito2.622 votos; 154º mais votado de 435 no estado
  2. 2024
    Vereador · Porto Alegre (RS)
    PP 11122· direita· na urna, Arlei do Quarto Distrito
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2026, Arlei Romeiro teve 2.622 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 154º lugar entre 435 candidatos.

Recebeu votos em 222 cidades. Porto Alegre deu 12,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 47,9%.

2.622 votos
votos para deputado federal em 2026
Cada quadrado é 1% de 2.622 votos.
  1. Porto Alegre (RS)318 votos12,1%
  2. Viamão (RS)131 votos5%
  3. Santo Antônio do Planalto (RS)82 votos3,1%
  4. São Pedro do Sul (RS)79 votos3%
  5. Soledade (RS)76 votos2,9%
  6. Outras 207 cidades1.367 votos52,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Arlei Romeiro declarou ao TSE R$ 115 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2026, para deputado federal: R$ 68 mil, 95% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2026 · Deputado federal · Rio Grande do Sul · PSDB · não eleito

De onde veio

R$ 68,1 mil
95% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 68,1 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Partido Da Social Democracia BrasileiraR$ 65 mil95,4%
  2. PessoasR$ 3.1004,6%

Para onde foi

R$ 240
O maior gasto foi com internet: 100% do total. Em reais de hoje.

As contas de 2026 ainda não são finais: o TSE segue recebendo as prestações de contas.

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rio Grande do Sul, 2026

Mediana da disputa: R$ 19 por voto. Quem venceu, Rony Gabriel, gastou R$ 5,96 por voto. O voto mais caro custou R$ 153; o mais barato, R$ 5,96.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2026, deputado federal: 2.622 votos por R$ 1.000, 72 vezes a mediana da disputa (contas parciais).
  • 2024, vereador: 60 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.