Arakem
Wesen Clever da Silva · nasceu em 1968
Arakem se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: AVANTE (2004), PSL (2016), AVANTE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 52 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Arakem declarou R$ 2,2 mi em bens, em reais de hoje: 75 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 2,1 mi acima da inflação.
Declarou 75 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2020.
- ArakemR$ 2,2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 28,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 134,3 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Arakem declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 13 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Anicuns (GO) · AVANTE · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Anicuns (GO), 2020
Mediana da disputa: R$ 87,7 por voto. Quem venceu, Diogo Louredo Do Hospital, gastou R$ 29,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 366; o mais barato, R$ 29,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Allya Priscilla Neta Do Turco PPR$ 15 mil · 42 votosR$ 366
- Irmã Coracy PPR$ 16 mil · 67 votosR$ 242
- Deusimar Da Academia PPR$ 12 mil · 96 votosR$ 125
- Sargento Nei PPR$ 12 mil · 98 votosR$ 123
- Paulim Da Saúde PPR$ 12 mil · 122 votosR$ 98
- Grecia Do Franco Buzina PPR$ 18 mil · 200 votosR$ 87,7
- Ludmilla Cristina PPR$ 13 mil · 255 votosR$ 49,7
- Tonny Menezes PSDR$ 15 mil · 305 votosR$ 48,3
- Alda DCR$ 14 mil · 310 votosR$ 43,6
- Weldon Bastos PPR$ 17 mil · 484 votosR$ 34,8
- Diogo Louredo Do Hospital PPR$ 13 mil · 439 votosR$ 29,7
Votos por real
- 2016, prefeito: 13 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 87 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.