Antonio Vasconcellos
Antonio dos Santos Vasconcellos · nasceu em 1956
Antonio Vasconcellos se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo PSB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, não eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 56 anos, superior completo, servidor público estadual. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004Vereador · Diamantino (MT)PSB 40123· centro-esquerda· na urna, Antonio Vasconcelos - Totósuplente213 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Antonio Vasconcellos declarou R$ 372,5 mil em bens, em reais de hoje: 4,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 264,7 mil acima da inflação.
Declarou 4,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2012.
- Antonio VasconcellosR$ 372,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 78,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 186,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Uk lote de terras rurais no local denominado caramba com…R$ 153,4 milTerreno rural
- Consorcio não comtemplado volkswagenR$ 118,3 milConsórcio não contemplado
- Um veiculo polo ano 2010 financiadoR$ 61,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um lote de terras urbano 450 m² diamantinoR$ 32,9 milTerreno rural
- Uma moto biz cor vermelha modelo 2009R$ 6.574Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Antonio Vasconcellos declarou ao TSE R$ 59 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 26 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Diamantino (MT) · PSB · não eleito
De onde veio
- PartidoR$ 12,6 mil60,8%
- Próprio bolsoR$ 4.22420,4%
- PessoasR$ 3.89918,8%
Para onde foi
- TransporteR$ 8.52841,1%
- PessoalR$ 5.38926%
- ServiçosR$ 3.24915,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2.16610,4%
- Material impressoR$ 1.4046,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Diamantino (MT), 2012
Mediana da disputa: R$ 121 por voto. Quem venceu, Bodão, gastou R$ 48,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 907; o mais barato, R$ 48,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- João Serrou PSDBR$ 44 mil · 48 votosR$ 907
- Irene Cocco DEMR$ 31 mil · 67 votosR$ 469
- Armando MDBR$ 30 mil · 70 votosR$ 426
- Maldaner MDBR$ 30 mil · 79 votosR$ 377
- Tião Da Guimatra PLR$ 33 mil · 199 votosR$ 165
- Marcio Mendes CIDADANIAR$ 46 mil · 299 votosR$ 154
- Sandro Coelho MDBR$ 62 mil · 511 votosR$ 121
- Dr Manoel PPR$ 54 mil · 557 votosR$ 97,3
- Edilson Sampaio PDTR$ 29 mil · 371 votosR$ 78,8
- Carlinhos Gaino PSDR$ 29 mil · 538 votosR$ 54,2
- Gisa PSBR$ 35 mil · 643 votosR$ 54,2
- Bodão PSDBR$ 32 mil · 669 votosR$ 48,1
Votos por real
- 2008, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.