Antonio Valdo
Antonio Valdo Lopes da Silva · nasceu em 1964
Antonio Valdo se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PV (2002), MDB (2008), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 56 anos, superior completo, contador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
- 2002Deputado federal · São PauloPV 4366· centro-esquerdasuplente2.780 votos; 353º mais votado de 703 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Antonio Valdo teve 2.780 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 353º lugar entre 703 candidatos.
Recebeu votos em 73 cidades. Itaquaquecetuba deu 49,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Antonio Valdo declarou ao TSE R$ 207 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado federal: R$ 206 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · São Carlos (SP) · DEM · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, São Carlos (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 43,9 por voto. Quem venceu, Rodson, gastou R$ 17,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 772; o mais barato, R$ 17,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Lú Magri SOLIDARIEDADER$ 42 mil · 55 votosR$ 772
- Aretha Contin PSDBR$ 92 mil · 178 votosR$ 517
- Silvia Boty REPUBLICANOSR$ 42 mil · 89 votosR$ 477
- Professor Azuaite CIDADANIAR$ 173 mil · 1.308 votosR$ 132
- Melissa Guerreiro PATRIOTAR$ 42 mil · 541 votosR$ 78,3
- Tiago Parelli PPR$ 44 mil · 880 votosR$ 49,8
- Lucao MDBR$ 82 mil · 1.870 votosR$ 43,9
- Dimitri PDTR$ 39 mil · 913 votosR$ 42,7
- Gustavo Pozzi PLR$ 71 mil · 1.660 votosR$ 42,6
- Roselei Françoso MDBR$ 59 mil · 1.682 votosR$ 35,1
- Robertinho Mori PSLR$ 36 mil · 1.290 votosR$ 28
- Rodson PSDBR$ 34 mil · 1.894 votosR$ 17,8
Votos por real
- 2008, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
- 2002, deputado federal: 14 votos por R$ 1.000, 7% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.