Prof. Toinho
Antonio Tomé da Silva Souza · nasceu em 1975
Prof. Toinho se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PV (2004–2008), PODE (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2016: 40 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Prof. Toinho declarou R$ 8.123 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 72,8 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (52%) dos candidatos a vereador no Amazonas não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Prof. Toinho declarou ao TSE R$ 7,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 7,1 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Beruri (AM) · PODE · candidatura não chegou à urna
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Beruri (AM), 2016
Mediana da disputa: R$ 45 por voto. Quem venceu, Naidy Mady, gastou R$ 27,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 118; o mais barato, R$ 27,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Hildamar Campos REDER$ 13 mil · 114 votosR$ 118
- Gilmar Silva MDBR$ 13 mil · 123 votosR$ 106
- Zé Roberto PROSR$ 23 mil · 255 votosR$ 91,5
- Eunice Vireira PROSR$ 9,6 mil · 110 votosR$ 87,2
- Antonio Beleza MDBR$ 8,8 mil · 169 votosR$ 52
- Wagner Sido PROSR$ 13 mil · 253 votosR$ 50,4
- Rejane Moraes PSDBR$ 17 mil · 370 votosR$ 45
- Natan Saldanha MDBR$ 15 mil · 346 votosR$ 43,9
- Orlen Picanço PSDBR$ 20 mil · 525 votosR$ 38,7
- Nena Anísio REDER$ 16 mil · 467 votosR$ 35
- Dona Elis AVANTER$ 16 mil · 464 votosR$ 34,3
- Naidy Mady PLR$ 14 mil · 497 votosR$ 27,7
Votos por real
- 2004, vereador: 17 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.