Antônio Simplicio
Antônio Nivaldo Xavier · nasceu em 1956
Antônio Simplicio se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 3.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2012.
Passou por 3 partidos: DEM (2004), PL (2008), PSD (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 59 anos, até o fundamental, vereador, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Antônio Simplicio declarou R$ 33,2 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2008.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Antônio Simplicio declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 12 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Orocó (PE) · PSD · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 60674,2%
- ServiçosR$ 21025,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Orocó (PE), 2016
Mediana da disputa: R$ 23 por voto. Quem venceu, Patrício Do Projeto Brígida, gastou R$ 12,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 47,3; o mais barato, R$ 12,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Junior Bione PSBR$ 11 mil · 222 votosR$ 47,3
- Antonio Carlos PTR$ 7,5 mil · 171 votosR$ 43,9
- Bibi PSLR$ 11 mil · 326 votosR$ 33,9
- Ismael Lira PSDR$ 10 mil · 322 votosR$ 31,1
- Jacielma Quilombola PC do BR$ 8,9 mil · 335 votosR$ 26,5
- Elias Mendes PC do BR$ 9,6 mil · 378 votosR$ 25,4
- Luiz Do Projeto PTR$ 12 mil · 501 votosR$ 23
- Thiago Vasconcelos PTR$ 13 mil · 569 votosR$ 22,7
- Valkiria De Didi PLR$ 14 mil · 613 votosR$ 22,6
- Marquinhos PSLR$ 12 mil · 620 votosR$ 19,8
- Ighor De Tatá PDTR$ 14 mil · 864 votosR$ 16,2
- Patrício Do Projeto Brígida PDTR$ 11 mil · 891 votosR$ 12,6
Votos por real
- 2016, vereador: 213 votos por R$ 1.000, 5,2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 49 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.