Antônio Marques
nasceu em 1979
Antônio Marques se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 3 partidos: PHS (2012), AGIR (2016), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2020: 41 anos, ensino médio, vereador, cor parda. A cor declarada mudou: preta em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Antônio Marques declarou R$ 16,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 7.778 acima da inflação.
Declarou 57% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Antônio MarquesR$ 16,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Antônio Marques declarou ao TSE R$ 1,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 1,1 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Tupaciguara (MG) · DEM · candidatura não chegou à urna
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Tupaciguara (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 23 por voto. Quem venceu, Fernando Do Vale Sorriso, gastou R$ 6,92 por voto. O voto mais caro custou R$ 71,7; o mais barato, R$ 6,92.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Adriano Musse PSCR$ 4,6 mil · 64 votosR$ 71,7
- Léo Totó CIDADANIAR$ 4 mil · 67 votosR$ 59,2
- Gislaine Meneguelli REPUBLICANOSR$ 5 mil · 96 votosR$ 52,6
- Paula Cristina PSDBR$ 9,6 mil · 258 votosR$ 37,1
- Rafael Dorneles REPUBLICANOSR$ 7,2 mil · 249 votosR$ 29
- Ana Cristina Berquó CIDADANIAR$ 10 mil · 427 votosR$ 23,9
- Maraisa Guardieiro DEMR$ 6,2 mil · 269 votosR$ 23
- Meleta REPUBLICANOSR$ 3,1 mil · 202 votosR$ 15,4
- Moacir Júnior REPUBLICANOSR$ 5,2 mil · 367 votosR$ 14,1
- Professor Dalmo PROSR$ 6,6 mil · 609 votosR$ 10,8
- Jerominho Enfermeiro AVANTER$ 4,4 mil · 442 votosR$ 9,86
- Fernando Do Vale Sorriso PATRIOTAR$ 3,1 mil · 442 votosR$ 6,92
Votos por real
- 2016, vereador: 341 votos por R$ 1.000, 11 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 276 votos por R$ 1.000, 6,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.