Antonio Lima
Antonio Fernandes Lima · nasceu em 1949
Antonio Lima se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 58 anos, ensino médio, servidor público estadual. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2006Deputado federal · Rio Grande do SulPSB 4007· centro-esquerda· na urna, Ev. Antônio Limasuplente371 votos; 256º mais votado de 279 no estado
- 2004
- 2002Deputado federal · Rio Grande do SulPSB 4007· centro-esquerdasuplente1.098 votos; 163º mais votado de 197 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Antonio Lima teve 371 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 256º lugar entre 279 candidatos.
Recebeu votos em 44 cidades. Porto Alegre deu 58,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 88,7%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Antonio Lima declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 15 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Porto Alegre (RS) · PSB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Porto Alegre (RS), 2008
Mediana da disputa: R$ 57,4 por voto. Quem venceu, Maurício Dziedricki, gastou R$ 33,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 99,4; o mais barato, R$ 33,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Toni Proença CIDADANIAR$ 376 mil · 3.788 votosR$ 99,4
- Neuza Canabarro PDTR$ 361 mil · 3.827 votosR$ 94,3
- Todeschini PTR$ 506 mil · 6.681 votosR$ 75,7
- Juliana Brizola PDTR$ 655 mil · 9.247 votosR$ 70,8
- Kevin Krieger PPR$ 421 mil · 5.969 votosR$ 70,5
- Sebastião Melo MDBR$ 694 mil · 10.857 votosR$ 63,9
- Bernardino Vendruscolo MDBR$ 371 mil · 6.463 votosR$ 57,4
- Mauro Zacher PDTR$ 369 mil · 7.565 votosR$ 48,8
- Adeli Sell PTR$ 361 mil · 7.406 votosR$ 48,7
- Tessaro PTBR$ 375 mil · 7.881 votosR$ 47,6
- Beto Moesch PPR$ 394 mil · 9.554 votosR$ 41,3
- Maurício Dziedricki PTBR$ 512 mil · 15.454 votosR$ 33,1
Votos por real
- 2008, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 24 votos por R$ 1.000, 21% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 182 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2002, deputado federal: 548 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.