Apuração
Vereador · 2008 · PSB

Antonio Lima

Antonio Fernandes Lima · nasceu em 1949

Antonio Lima se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,33← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PSB2004PSB2006PSB2008PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PSB.

Dep. federalVereadorPartidoPSB2002200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 58 anos, ensino médio, servidor público estadual. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Porto Alegre (RS)
    PSB 40007· centro-esquerda
    suplente
  2. 2006
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    PSB 4007· centro-esquerda· na urna, Ev. Antônio Lima
    suplente371 votos; 256º mais votado de 279 no estado
  3. 2004
    Vereador · Porto Alegre (RS)
    PSB 40007· centro-esquerda
    suplente
  4. 2002
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    PSB 4007· centro-esquerda
    suplente1.098 votos; 163º mais votado de 197 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Antonio Lima teve 371 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 256º lugar entre 279 candidatos.

Recebeu votos em 44 cidades. Porto Alegre deu 58,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 88,7%.

371 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 371 votos.
  1. Porto Alegre (RS)218 votos58,8%
  2. Cachoeirinha (RS)22 votos5,9%
  3. Eldorado do Sul (RS)14 votos3,8%
  4. Viamão (RS)14 votos3,8%
  5. São Nicolau (RS)8 votos2,2%
  6. Outras 29 cidades42 votos11,3%
As outras 1 eleições para deputado
1.098 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 1.098 votos.
  1. Porto Alegre (RS)543 votos49,5%
  2. Cachoeirinha (RS)109 votos9,9%
  3. Cambará do Sul (RS)62 votos5,6%
  4. Alvorada (RS)51 votos4,6%
  5. Gravataí (RS)44 votos4%
  6. Outras 37 cidades87 votos7,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Antonio Lima declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 15 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Porto Alegre (RS) · PSB · suplente

De onde veio

R$ 2.854
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 2.854
O maior gasto foi com outros: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Porto Alegre (RS), 2008

Mediana da disputa: R$ 57,4 por voto. Quem venceu, Maurício Dziedricki, gastou R$ 33,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 99,4; o mais barato, R$ 33,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado federal: 24 votos por R$ 1.000, 21% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 182 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 548 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.