Antonio Jose
Antonio Fernandes de Oliveira · nasceu em 1955
Antonio Jose se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: CIDADANIA (2004), PV (2008), DEM (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 61 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Antonio Jose declarou R$ 674,3 mil em bens, em reais de hoje: 29 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Maranhão. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 445,1 mil acima da inflação.
Declarou 29 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Maranhão em 2016.
- Antonio JoseR$ 674,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Chacara na rua brasilR$ 243,7 milTerreno
- Rua beta, 1509, bacuri medindo 13 m de frente para a rua…R$ 243,7 milCasa
- Rua beta, 1499, bacuri medindo 13 m de frente para a rua…R$ 130 milCasa
- Fiat strada working cdR$ 56,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Antonio Jose declarou ao TSE R$ 62 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 30 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Imperatriz (MA) · DEM · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 27,5 mil93,2%
- PessoasR$ 1.2144,1%
- PartidoR$ 8102,7%
Para onde foi
- TransporteR$ 12,8 mil43,3%
- Material impressoR$ 9.11630,8%
- PessoalR$ 4.84116,4%
- ServiçosR$ 1.2144,1%
- Rádio, TV e vídeoR$ 8102,7%
- OutrosR$ 7692,6%
- EventosR$ 10< 0,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Imperatriz (MA), 2016
Mediana da disputa: R$ 50,1 por voto. Quem venceu, Rildo Amaral, gastou R$ 18,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 93,6; o mais barato, R$ 18,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- João Paiva Jr PPR$ 93 mil · 998 votosR$ 93,6
- Sultepa SOLIDARIEDADER$ 59 mil · 772 votosR$ 76,6
- Fidelis Uchoa REPUBLICANOSR$ 84 mil · 1.199 votosR$ 70
- Nilson Takashi PSCR$ 59 mil · 934 votosR$ 63,1
- Cabo J Ribamar PSDBR$ 67 mil · 1.103 votosR$ 60,4
- Enoc Serafim PSDBR$ 70 mil · 1.292 votosR$ 54,3
- Josivaldo Jp PROSR$ 58 mil · 1.163 votosR$ 50,1
- Chiquim Da Diferro PSBR$ 102 mil · 2.059 votosR$ 49,7
- Hamilton Miranda PPR$ 77 mil · 1.893 votosR$ 40,6
- Zesiel PSDBR$ 125 mil · 3.459 votosR$ 36
- Alberto Sousa PDTR$ 62 mil · 2.182 votosR$ 28,4
- Rildo Amaral SOLIDARIEDADER$ 57 mil · 3.078 votosR$ 18,5
Votos por real
- 2016, vereador: 37 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 87 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 569 votos por R$ 1.000, 6,6 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 804 votos por R$ 1.000, 8,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.