Antonio Jacaré
Antonio Gomes da Silva · nasceu em 1939
Antonio Jacaré se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 68 anos, até o fundamental, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Antonio Jacaré declarou R$ 140,2 mil em bens, em reais de hoje: 2,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 2,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- Antonio JacaréR$ 140,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Antonio Jacaré declarou ao TSE R$ 3,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 3,5 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Itapura (SP) · DEM · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Itapura (SP), 2008
Mediana da disputa: R$ 28,4 por voto. Quem venceu, Fabio Dourado, gastou R$ 13 por voto. O voto mais caro custou R$ 250; o mais barato, R$ 8,36.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Paulo Japa MOBILIZAR$ 13 mil · 51 votosR$ 250
- Professora Bila PTR$ 7,6 mil · 92 votosR$ 82,9
- Marcão Japones CIDADANIAR$ 1,5 mil · 29 votosR$ 51,3
- Zé Do Peba DEMR$ 1,5 mil · 33 votosR$ 45,1
- Nenzinho PSDBR$ 6,6 mil · 175 votosR$ 37,5
- Donizete PSDBR$ 5,3 mil · 162 votosR$ 32,5
- Marcão CIDADANIAR$ 3,4 mil · 120 votosR$ 28,4
- Fabiano Bilau PLR$ 3,2 mil · 151 votosR$ 21
- Celma Do Carlinho PTBR$ 2,3 mil · 138 votosR$ 17
- Benicinho PTR$ 2,4 mil · 152 votosR$ 15,9
- Fabio Dourado PPR$ 2,9 mil · 220 votosR$ 13
- Dra. Silvia PLR$ 894 · 107 votosR$ 8,36
Votos por real
- 2008, vereador: 62 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.