Antonio Genaro
Antonio Genaro de Oliveira · nasceu em 1943
Antonio Genaro se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2010, e foi eleito em todas.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2002, 2006 e 2010.
Passou por 2 partidos: PSD (2002), PSC (2006–2010).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, eleito.
Declarou ao TSE em 2010: 67 anos, ensino médio, deputado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2010Deputado estadual · Minas GeraisPSC 20107· direitaeleito81.159 votos; 20º mais votado de 942 no estado
- 2006Deputado estadual · Minas GeraisPSC 20107· direita· na urna, Antonio Genaro Oliveiraeleito61.688 votos; 37º mais votado de 852 no estado
- 2002Deputado estadual · Minas GeraisPSD 41107· direita· na urna, Antônio Genaroeleito71.319 votos; 11º mais votado de 725 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Antonio Genaro teve 81.159 votos para deputado estadual, 0,8% dos votos válidos do estado: 20º lugar entre 942 candidatos.
Recebeu votos em 278 cidades. Belo Horizonte deu 37,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,5%.
As outras 2 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2010, Antonio Genaro declarou R$ 5,3 mi em bens, em reais de hoje: 36 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2006 e 2010, o total subiu R$ 2,6 mi acima da inflação.
Declarou 36 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2010.
- Antonio GenaroR$ 5,3 mi
- Mediana dos candidatosR$ 149,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 2,1 mi
Cada quadrado, R$ 200 mil.
Os 13 itens declarados em 2010, do maior ao menor
- Fazendo corrego grandeR$ 2,3 miTerreno
- Casa, av. novara, 253, bhR$ 1,3 miOutros bens imóveis
- Dinheiro em espécieR$ 593,5 milDinheiro e aplicações
- Terreno, mateus lemeR$ 514,8 milOutros bens imóveis
- Casa, rua marambaiaR$ 326 milOutros bens imóveis
- Ipanema participaçõesR$ 133,5 milQuotas ou quinhões de capital
- Veículo tucson 2007R$ 128,2 milOutros bens móveis
- Terra, vespasianoR$ 54,4 milQuotas ou quinhões de capital
- TelenorteR$ 3.709Ações
- BemgeR$ 870Ações
- BradescoR$ 569Caderneta de poupança
- Preferenciais bemgeR$ 255Ações
- ProvesaR$ 203Ações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Antonio Genaro declarou ao TSE R$ 651 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 449 mil.
Campanha a campanha
2010 · Deputado estadual · Minas Gerais · PSC · eleito
De onde veio
- EmpresasTudo de Jbs SaR$ 244,3 mil54,5%
- Próprio bolsoR$ 139,8 mil31,2%
- Pessoas142 pessoas, não nomeadasR$ 64,1 mil14,3%
- OutrosR$ 3660,1%
Para onde foi
- TransporteR$ 10,8 mil2,4%
- EscritórioR$ 22< 0,1%
Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2010
Mediana da disputa: R$ 51,4 por voto. Quem venceu, Dinis Pinheiro, gastou R$ 18,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 131; o mais barato, R$ 18,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Hélio Gomes PSLR$ 5,9 milhões · 44.704 votosR$ 131
- Adelmo Leão PTR$ 4 milhões · 40.562 votosR$ 98,3
- Irani Barbosa MDBR$ 2,4 milhões · 30.022 votosR$ 81,3
- Gláucia Brandão CIDADANIAR$ 3 milhões · 40.498 votosR$ 73,8
- Zé Luiz PSLR$ 2,3 milhões · 32.272 votosR$ 71,3
- Anselmo José Domingos AGIRR$ 2,6 milhões · 38.109 votosR$ 68,3
- Fábio Cherem PSLR$ 2,6 milhões · 37.885 votosR$ 67,9
- Luzia Ferreira CIDADANIAR$ 3,3 milhões · 50.620 votosR$ 65,2
- Maria Tereza Lara PTR$ 2,3 milhões · 37.442 votosR$ 60,6
- Sávio Souza Cruz MDBR$ 2,7 milhões · 45.415 votosR$ 60,3
- Jayro Lessa DEMR$ 3,2 milhões · 54.594 votosR$ 58,7
- Romel Anízio PPR$ 2,9 milhões · 51.613 votosR$ 55,4
- Celinho Do Sinttrocel PC do BR$ 2,4 milhões · 45.373 votosR$ 52,2
- Joao Vitor Xavier Da Itatiaia PRPR$ 3 milhões · 56.956 votosR$ 51,9
- Paulo Lamac PTR$ 2,6 milhões · 50.966 votosR$ 51,4
- Bráulio Braz PTBR$ 5,3 milhões · 102.530 votosR$ 51,4
- Reminho Aloise PSDBR$ 2,3 milhões · 44.964 votosR$ 51,2
- Fabio Avelar PSCR$ 2,6 milhões · 52.391 votosR$ 49
- Luiz Humberto Carneiro PSDBR$ 4,1 milhões · 88.963 votosR$ 46,4
- Alencar Da Silveira Jr PDTR$ 3 milhões · 68.709 votosR$ 43
- Célio Moreira PSDBR$ 2,6 milhões · 62.582 votosR$ 41,4
- Lafayette Andrada PSDBR$ 3,2 milhões · 78.302 votosR$ 41,3
- Rosângela Reis PVR$ 2,7 milhões · 67.559 votosR$ 40,1
- Doutor Viana DEMR$ 3 milhões · 80.419 votosR$ 37,7
- Gustavo Correa DEMR$ 2,9 milhões · 85.504 votosR$ 34,4
- Gustavo Perrella PDTR$ 2,7 milhões · 82.864 votosR$ 32,8
- Zé Maia PSDBR$ 2,3 milhões · 72.336 votosR$ 31,8
- Gil Pereira PPR$ 2,7 milhões · 95.450 votosR$ 28,3
- Dinis Pinheiro PSDBR$ 3 milhões · 159.422 votosR$ 18,8
Votos por real
- 2010, deputado estadual: 181 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 651 votos por R$ 1.000, 7,1 vezes a mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 665 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.