Antonio Filho
Antonio Magalhães Filho · nasceu em 1961
Antonio Filho se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PT (2004–2012), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 59 anos, superior completo, servidor público federal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Antonio Filho declarou R$ 136,5 mil em bens, em reais de hoje: 19 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Ceará.
Declarou 19 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Ceará em 2020.
- Antonio FilhoR$ 136,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 69,1 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Antonio Filho declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 7,8 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Iracema (CE) · PSD · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 53879,2%
- PessoasR$ 14220,8%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Iracema (CE), 2020
Mediana da disputa: R$ 6,90 por voto. Quem venceu, Simião Magalhães, gastou R$ 3,07 por voto. O voto mais caro custou R$ 159; o mais barato, R$ 3,07.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Hélcio Santos PTR$ 6,8 mil · 43 votosR$ 159
- Juliana De Tó PTR$ 16 mil · 349 votosR$ 46,1
- Gorete Agente De Saúde PTR$ 1,8 mil · 50 votosR$ 36,8
- Edna Tomaz MDBR$ 15 mil · 466 votosR$ 32,6
- Jadson Magalhaes PSDR$ 1,7 mil · 105 votosR$ 16,2
- Antônio Flávio PPR$ 2 mil · 272 votosR$ 7,27
- Professor Elano César PTR$ 3,8 mil · 556 votosR$ 6,90
- Edvaldo De Sinezio PPR$ 3,3 mil · 540 votosR$ 6,10
- Gleudson Do Sindicato PTR$ 2,6 mil · 453 votosR$ 5,80
- Cileudo Albuquerque PTR$ 4,7 mil · 823 votosR$ 5,65
- Professor Cicero Benigno PSDR$ 2,1 mil · 513 votosR$ 4,03
- Simião Magalhães MDBR$ 2,1 mil · 680 votosR$ 3,07
Votos por real
- 2020, vereador: 153 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 10 votos por R$ 1.000, 52% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 42% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.