Antônio Elisandro de Oliveira
nasceu em 1978
Antônio Elisandro de Oliveira se candidatou em 2 eleições, de 2014 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 42 anos, até o fundamental, agrônomo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2014Deputado estadual · Rio Grande do SulPSB 40740· centro-esquerda· na urna, Antônio Elisandrosuplente5.007 votos; 231º mais votado de 670 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Antônio Elisandro de Oliveira teve 5.007 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 231º lugar entre 670 candidatos.
Recebeu votos em 127 cidades. Porto Alegre deu 58,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 87,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Antônio Elisandro de Oliveira declarou R$ 186,7 mil em bens, em reais de hoje: 3,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2014 e 2020, o total caiu R$ 146,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou 3,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Antônio Elisandro de OliveiraR$ 186,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Antônio Elisandro de Oliveira declarou ao TSE R$ 379 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 338 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Porto Alegre (RS) · PSB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 27,5 mil65,8%
- Outros candidatosR$ 5.74413,8%
- VaquinhaR$ 5.30612,7%
- Fundo partidárioR$ 2.8406,8%
- Próprio bolsoR$ 4101%
Para onde foi
- Material impressoR$ 11,7 mil35,3%
- EscritórioR$ 6.42819,4%
- InternetR$ 4.67014,1%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4.24612,8%
- PessoalR$ 4.24612,8%
- TransporteR$ 1.8625,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Porto Alegre (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 69,3 por voto. Quem venceu, Karen Santos, gastou R$ 17,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 564; o mais barato, R$ 17,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Paula Santos PATRIOTAR$ 215 mil · 381 votosR$ 564
- Mendes Ribeiro DEMR$ 313 mil · 2.756 votosR$ 114
- Mariana Pimentel NOVOR$ 270 mil · 3.637 votosR$ 74,2
- Roberto Robaina PSOLR$ 371 mil · 5.105 votosR$ 72,7
- Psicóloga Tanise Sabino PTBR$ 368 mil · 5.205 votosR$ 70,7
- Cezar Schirmer MDBR$ 241 mil · 3.484 votosR$ 69,3
- Cláudio Conceição PSLR$ 212 mil · 4.331 votosR$ 49
- Mauro Pinheiro PLR$ 225 mil · 4.947 votosR$ 45,6
- Felipe Camozzato NOVOR$ 293 mil · 14.279 votosR$ 20,5
- Pedro Ruas PSOLR$ 278 mil · 14.478 votosR$ 19,2
- Karen Santos PSOLR$ 278 mil · 15.702 votosR$ 17,7
Votos por real
- 2020, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 15 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.