Antonio Doutor
Antonio Manoel Ricardo · nasceu em 1959
Antonio Doutor se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 2 partidos: PL (2004), MDB (2008–2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 53 anos, ensino médio, agente administrativo. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Antonio Doutor declarou R$ 74,5 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Paraíba. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 15,2 mil acima da inflação.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Paraíba em 2012.
- Antonio DoutorR$ 74,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 6.574
- Mediana dos eleitosR$ 54,8 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Antonio Doutor declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 9,8 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Mulungu (PB) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Mulungu (PB), 2012
Mediana da disputa: R$ 14,6 por voto. Quem venceu, Mailson De Mario, gastou R$ 4,78 por voto. O voto mais caro custou R$ 38,1; o mais barato, R$ 4,78.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Roni Moura PLR$ 9 mil · 235 votosR$ 38,1
- Graça Camilo PSDBR$ 8,5 mil · 278 votosR$ 30,5
- Eudes PTR$ 8 mil · 280 votosR$ 28,7
- Fabio Do Castro CIDADANIAR$ 4,5 mil · 160 votosR$ 28,3
- Luiz Ribeiro PSDBR$ 11 mil · 400 votosR$ 26,8
- Renato Macedo PDTR$ 21 mil · 997 votosR$ 21
- Nelson Rufino PSDBR$ 5,1 mil · 348 votosR$ 14,6
- George Pereira PSDBR$ 5,6 mil · 470 votosR$ 11,8
- Zezé CIDADANIAR$ 3,9 mil · 546 votosR$ 7,09
- Fred PSBR$ 2,1 mil · 307 votosR$ 6,70
- Neide Leal MDBR$ 3,1 mil · 601 votosR$ 5,12
- Mailson De Mario PDTR$ 2 mil · 421 votosR$ 4,78
Votos por real
- 2012, vereador: 211 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 123 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.