Antônio do Banco
Antonio Candido Vilas Boas · nasceu em 1946
Antônio do Banco se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Passou por 3 partidos: MDB (2004), PDT (2008–2012), DC (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 70 anos, até o fundamental, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Antônio do Banco declarou R$ 58,5 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2016.
Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Antônio do BancoR$ 58,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Antônio do Banco declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 8,7 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Piranguinho (MG) · DC · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 6.63976,7%
- PartidoR$ 1.64319%
- Outros candidatosR$ 2152,5%
- PessoasR$ 1621,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.53570,3%
- TransporteR$ 32414,8%
- ServiçosR$ 32414,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Piranguinho (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 68,5 por voto. Quem venceu, Bruno Santos, gastou R$ 23,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 622; o mais barato, R$ 23,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Silas Xavier PTR$ 4,4 mil · 7 votosR$ 622
- Karinão MDBR$ 7 mil · 14 votosR$ 497
- Zé Marcio Pedreiro MDBR$ 4,3 mil · 24 votosR$ 180
- Danila PVR$ 17 mil · 180 votosR$ 96,8
- Marcelo PTR$ 4,2 mil · 50 votosR$ 84,1
- Bié DCR$ 4,7 mil · 64 votosR$ 73,9
- Catia Do Postinho PVR$ 4,4 mil · 64 votosR$ 68,5
- Ana Marcia Enfermeira PTR$ 5,3 mil · 89 votosR$ 59,2
- Claudia Do Açudinho MDBR$ 8,2 mil · 192 votosR$ 42,9
- Professor Dimas PTR$ 4,6 mil · 112 votosR$ 41,5
- Andrea Mota CIDADANIAR$ 5,1 mil · 172 votosR$ 29,7
- Bruno Santos CIDADANIAR$ 5,2 mil · 219 votosR$ 23,7
Votos por real
- 2016, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 116 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.