Apuração
Vereador · 2008 · PL

Denadai

Antonio José Denadai · nasceu em 1957

Denadai se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,43← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PTB2004PL2008PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 2 partidos: PTB (2002), PL (2004–2008).

Dep. estadualVereadorPartidoPTBPL2002200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, não eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 50 anos, até o fundamental, servidor público municipal. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Vitória (ES)
    PL 22100· direita
    não eleito3.113 votos
  2. 2004
    Vereador · Vitória (ES)
    PL 22100· direita
    eleito3.792 votos
  3. 2002
    Deputado estadual · Espírito Santo
    PTB 14800· centro-direita· na urna, Antonio Denadai
    suplente4.686 votos; 92º mais votado de 334 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Denadai teve 4.686 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 92º lugar entre 334 candidatos.

Recebeu votos em 52 cidades. Vitória deu 63,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,2%.

4.686 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 4.686 votos.
  1. Vitória (ES)2.992 votos63,8%
  2. Cariacica (ES)360 votos7,7%
  3. Serra (ES)328 votos7%
  4. Vila Velha (ES)287 votos6,1%
  5. Viana (ES)122 votos2,6%
  6. Outras 37 cidades130 votos2,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Denadai declarou ao TSE R$ 65 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 37 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Vitória (ES) · PL · não eleito

De onde veio

R$ 21,9 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 21,9 mil.
  1. PessoasR$ 18,5 mil84,6%
  2. Próprio bolsoR$ 3.37415,4%

Para onde foi

R$ 21,8 mil
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Vitória (ES), 2008

Mediana da disputa: R$ 51,2 por voto. Quem venceu, Esmael Almeida, gastou R$ 28,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 125; o mais barato, R$ 28,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 143 votos por R$ 1.000, 5,8 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 103 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 731 votos por R$ 1.000, 15 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.