Niquinha
Antonio Delomodarme · nasceu em 1954
Niquinha se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2016.
Passou por 4 partidos: PP (2004), PDT (2008), AVANTE (2016), MDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2020: 66 anos, até o fundamental, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Niquinha declarou R$ 132,1 mil em bens, em reais de hoje: 7,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 7,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- NiquinhaR$ 132,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Niquinha declarou ao TSE R$ 34 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 20 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Olímpia (SP) · MDB · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
- PessoasR$ 2.83085,8%
- Próprio bolsoR$ 46714,2%
Para onde foi
- Material impressoR$ 3.14295,3%
- EscritórioR$ 1564,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Olímpia (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 91,5 por voto. Quem venceu, Dr Marcio Iquegami, gastou R$ 24,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.228; o mais barato, R$ 24,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fabi Mendonça DEMR$ 15 mil · 12 votosR$ 1.228
- Gustavo Inacio DEMR$ 15 mil · 15 votosR$ 984
- Goiano Chapéu De Palha DEMR$ 18 mil · 31 votosR$ 570
- Fabinho Agro Ferreira DEMR$ 15 mil · 29 votosR$ 516
- Dr Luiz Carlos Roberto DEMR$ 21 mil · 88 votosR$ 242
- Caio Pretti DEMR$ 27 mil · 187 votosR$ 146
- Bachega DEMR$ 28 mil · 304 votosR$ 91,5
- Salata DEMR$ 30 mil · 489 votosR$ 61,5
- Quiteria Kiki DEMR$ 18 mil · 295 votosR$ 60,3
- Guegué DEMR$ 29 mil · 803 votosR$ 36,6
- Edna Marques DEMR$ 30 mil · 943 votosR$ 32,3
- Dr Marcio Iquegami DEMR$ 29 mil · 1.156 votosR$ 24,8
Votos por real
- 2016, vereador: 44 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 84 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 269 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.