Antônio Correia
Antônio Correia da Costa · nasceu em 1961
Antônio Correia se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Passou por 3 partidos: PSDB (2008), PSD (2012–2016), PDT (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 59 anos, até o fundamental, motorista particular, cor branca. A cor declarada mudou: preta em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Antônio Correia declarou R$ 530,2 mil em bens, em reais de hoje: 25 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 363 mil acima da inflação.
Declarou 25 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Antônio CorreiaR$ 530,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Residencial com seu respectivo terrenoR$ 287,3 milCasa
- Uma gleba de terras na zona rural de Turvolândia-MG com…R$ 229,8 milOutros bens imóveis rural
- Volkswagen GolR$ 10,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Banco BradescoR$ 2.969Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Antônio Correia declarou ao TSE R$ 6,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 2,5 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Turvolândia (MG) · PDT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.41561,9%
- Outros candidatosR$ 39817,4%
- Próprio bolsoR$ 37816,5%
- PartidoR$ 964,2%
Para onde foi
- Material impressoR$ 34791,8%
- EscritórioR$ 318,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Turvolândia (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 10,5 por voto. Quem venceu, Henrique Reis, gastou R$ 3,31 por voto. O voto mais caro custou R$ 23; o mais barato, R$ 3,31.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Futoshi DEMR$ 2,2 mil · 95 votosR$ 23
- Zelia Do Juca MDBR$ 960 · 64 votosR$ 15
- Xavier PLR$ 1,6 mil · 112 votosR$ 14,5
- Hilaria PLR$ 989 · 70 votosR$ 14,1
- Marcos Gafanhoto MDBR$ 1,1 mil · 79 votosR$ 14
- Jandão PPR$ 1,2 mil · 108 votosR$ 10,9
- Aline Farmacêutica PPR$ 1,8 mil · 170 votosR$ 10,5
- Ronildo Da Van DEMR$ 1 mil · 106 votosR$ 9,51
- Betao PLR$ 985 · 122 votosR$ 8,07
- Lyneker Braga PDTR$ 1,1 mil · 143 votosR$ 7,46
- Kaique Fisioterapeuta PPR$ 1 mil · 166 votosR$ 6,22
- Henrique Reis MDBR$ 1,1 mil · 334 votosR$ 3,31
Votos por real
- 2020, vereador: 90 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 62 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 106 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.