Antonio Carlos Goes
Antonio Carlos Goes de Oliveira · nasceu em 1953
Antonio Carlos Goes se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 54 anos, superior incompleto, aposentado (exceto servidor público). O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2006Deputado estadual · São PauloPT 13513· centro-esquerda· na urna, Antonio Carlos Góessuplente3.465 votos; 576º mais votado de 1.520 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Antonio Carlos Goes teve 3.465 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 576º lugar entre 1.520 candidatos.
Recebeu votos em 127 cidades. Botucatu deu 49,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Antonio Carlos Goes declarou R$ 180,7 mil em bens, em reais de hoje: 3,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2006 e 2008, o total caiu R$ 558,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou 3,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- Antonio Carlos GoesR$ 180,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Antonio Carlos Goes declarou ao TSE R$ 187 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 172 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Botucatu (SP) · PT · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 85765,6%
- PartidoR$ 45034,4%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Botucatu (SP), 2008
Mediana da disputa: R$ 36,5 por voto. Quem venceu, Reinaldinho, gastou R$ 18,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 62,2; o mais barato, R$ 18,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Waldir Duarte PVR$ 26 mil · 417 votosR$ 62,2
- Sargento Chavari PSDBR$ 50 mil · 806 votosR$ 61,6
- Lourenção PTR$ 30 mil · 513 votosR$ 59,2
- Mané Do Sindicato PVR$ 33 mil · 620 votosR$ 53,5
- Professor Luiz PC do BR$ 28 mil · 612 votosR$ 45
- Malagutte PSBR$ 30 mil · 663 votosR$ 44,9
- Cula PLR$ 32 mil · 887 votosR$ 36,5
- Carreira PLR$ 34 mil · 988 votosR$ 34,3
- Dr. Bittar PC do BR$ 36 mil · 1.084 votosR$ 33,1
- Xê PSDBR$ 36 mil · 1.220 votosR$ 29,1
- Lelo Pagani PTR$ 40 mil · 1.582 votosR$ 25,3
- Reinaldinho PLR$ 43 mil · 2.389 votosR$ 18,1
Votos por real
- 2008, vereador: 102 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 20 votos por R$ 1.000, 23% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.