Antonio Carlos
Antonio Carlos Pereira · nasceu em 1958
Antonio Carlos se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PT (2008), PP (2016–2020), PSD (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 66 anos, ensino médio, agricultor, cor preta. A cor declarada mudou: parda em 2016, preta em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Antonio Carlos declarou R$ 18,9 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Amapá.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Amapá em 2008.
- Antonio CarlosR$ 18,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 10,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 40,4 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Antonio Carlos declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 9,3 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Mazagão (AP) · PP · suplente
De onde veio
Para onde foi
- PessoalR$ 8.23485,3%
- ServiçosR$ 1.41514,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Mazagão (AP), 2020
Mediana da disputa: R$ 104 por voto. Quem venceu, Binho Oliveira, gastou R$ 50,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 4.390; o mais barato, R$ 50,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Anitta Mazagão REDER$ 26 mil · 6 votosR$ 4.390
- Chico Mendes REDER$ 28 mil · 86 votosR$ 328
- Sueli Murici REDER$ 28 mil · 104 votosR$ 272
- Dra Ethy REDER$ 28 mil · 145 votosR$ 194
- Vera Monteiro PSDR$ 27 mil · 176 votosR$ 155
- Edson Costa REDER$ 27 mil · 186 votosR$ 148
- Professora Lucimar PSDR$ 28 mil · 271 votosR$ 104
- Prof Jonas PSDR$ 21 mil · 244 votosR$ 87
- Professor Lacerda PSDR$ 21 mil · 257 votosR$ 82,6
- Bebê REDER$ 28 mil · 397 votosR$ 71,3
- Professor Cimaca PLR$ 34 mil · 489 votosR$ 69,5
- Binho Oliveira PSDR$ 28 mil · 549 votosR$ 50,7
Votos por real
- 2020, vereador: 7,1 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2016, vereador: 249 votos por R$ 1.000, 4,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.