Antonio Cantão
Antonio Cantão Silva · nasceu em 1953
Antonio Cantão se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo CIDADANIA.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 63 anos, ensino médio, servidor público estadual, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Antonio Cantão declarou R$ 71,4 mil em bens, em reais de hoje: 2,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 44,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Antonio CantãoR$ 71,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Antonio Cantão declarou ao TSE R$ 17 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Carlos Chagas (MG) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 2.10585%
- Próprio bolsoR$ 32413,1%
- PartidoR$ 492%
Para onde foi
- TransporteR$ 1.61965,4%
- ServiçosR$ 48619,6%
- PessoalR$ 32413,1%
- Material impressoR$ 492%
Quanto custou cada voto: vereador, Carlos Chagas (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 75,6 por voto. Quem venceu, Professor Odeni, gastou R$ 27,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 160; o mais barato, R$ 27,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gerinha Do Sindicato PTR$ 17 mil · 106 votosR$ 160
- Zé Veio PROSR$ 13 mil · 102 votosR$ 124
- Zé Da Antena DEMR$ 11 mil · 88 votosR$ 124
- Silvano Caiçara CIDADANIAR$ 8,8 mil · 103 votosR$ 85,2
- Rigleia Piaba PVR$ 8,5 mil · 112 votosR$ 76,3
- Binó Da Colonia PDTR$ 13 mil · 175 votosR$ 75,9
- Jacozinho Carteiro REPUBLICANOSR$ 11 mil · 152 votosR$ 75,6
- Dagmar PSDBR$ 11 mil · 230 votosR$ 46,9
- Jovano Neto PVR$ 8,6 mil · 198 votosR$ 43,4
- Adilson Da Colonia CIDADANIAR$ 10 mil · 288 votosR$ 36,3
- Abnezinho PVR$ 11 mil · 304 votosR$ 36,2
- Professor Odeni PROSR$ 8,7 mil · 314 votosR$ 27,8
Votos por real
- 2016, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 45 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.