Antonio Cabral
Antonio do Carmo Cabral · nasceu em 1946
Antonio Cabral se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: PSDB (2004), DEM (2008–2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 66 anos, até o fundamental, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004Vereador · Santana de Cataguases (MG)PSDB 45555· centro-direita· na urna, Antônio Eduardoeleito77 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Antonio Cabral declarou R$ 2,5 mi em bens, em reais de hoje: 77 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 2,1 mi acima da inflação.
Declarou 77 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.
- Antonio CabralR$ 2,5 mi
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 8 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Uma casa na rua jose de souza azevedoR$ 657,4 milCasa
- Um sitio no distrito de vista alegreR$ 657,4 milTerra nua
- Uma casa na av. sizenando dutra de siqueiraR$ 547,8 milCasa
- Un sitio no municipio de santana de cataguasesR$ 438,3 milTerra nua
- Um sitio no distrito de vista alegreR$ 164,3 milTerra nua
- Um automovel fiat palio fire ano 2009R$ 50,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Uma carretinha de motoR$ 4.383Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Possui um salario pelo cargo de vereadorR$ 2.884Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Antonio Cabral declarou ao TSE R$ 2,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 1,6 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Santana de Cataguases (MG) · DEM · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 84567,2%
- Outros candidatosR$ 41232,8%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Santana de Cataguases (MG), 2012
Mediana da disputa: R$ 20,8 por voto. Quem venceu, Gumercindo Resende, gastou R$ 9,81 por voto. O voto mais caro custou R$ 39,9; o mais barato, R$ 9,81.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rosa Do Nenem Firmino PTBR$ 2,1 mil · 53 votosR$ 39,9
- Vitinho PSDBR$ 3 mil · 105 votosR$ 28,1
- Pedro Abritta PTBR$ 3 mil · 113 votosR$ 26,7
- Jose Helio PDTR$ 2,7 mil · 116 votosR$ 23,1
- Francisco Bastos De Souza PPR$ 1,9 mil · 87 votosR$ 21,5
- Waltinho Do Jeronimo PVR$ 3,3 mil · 156 votosR$ 21,1
- Paulinho Mendes PPR$ 3,3 mil · 157 votosR$ 20,8
- Rafaela PSDBR$ 3,2 mil · 153 votosR$ 20,8
- Nivaldo Do Joao Moreira PPR$ 1,7 mil · 85 votosR$ 19,6
- Elias Pires PSBR$ 1,7 mil · 104 votosR$ 16,5
- Sergio Alves PDTR$ 1,8 mil · 130 votosR$ 13,7
- Gumercindo Resende PSDBR$ 2 mil · 207 votosR$ 9,81
Votos por real
- 2012, vereador: 64 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 66 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.