Apuração
Vereador · 2020 · REPUBLICANOS

Antonio Brito

Antonio Severino de Brito · nasceu em 1968

Antonio Brito se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,45← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2006MDB2016REPUBLICANOS2020REPUBLICANOS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.

Passou por 2 partidos: MDB (2004–2006), REPUBLICANOS (2016–2020).

Dep. estadualVereadorPartidoMDBREPUBLICANOS’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 52 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Petrópolis (RJ)
    REPUBLICANOS 10123· direita
    suplente1.894 votos
  2. 2016
    Vereador · Petrópolis (RJ)
    REPUBLICANOS 10123· direita
    eleito1.610 votos
  3. 2006
    Deputado estadual · Mato Grosso
    MDB 15318· centro
    suplente7.460 votos; 48º mais votado de 171 no estado
  4. 2004
    Vereador · Cáceres (MT)
    MDB 15333· centro
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Antonio Brito teve 7.460 votos para deputado estadual, 0,5% dos votos válidos do estado: 48º lugar entre 171 candidatos.

Recebeu votos em 112 cidades. Cuiabá deu 29,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 70,5%.

7.460 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 7.460 votos.
  1. Cuiabá (MT)2.172 votos29,1%
  2. Várzea Grande (MT)748 votos10%
  3. Rondonópolis (MT)382 votos5,1%
  4. Sinop (MT)289 votos3,9%
  5. Cáceres (MT)277 votos3,7%
  6. Outras 97 cidades2.202 votos29,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Antonio Brito declarou R$ 43,1 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2020, o total subiu R$ 13,3 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 43,1 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 30.000 na declaração)

Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2020.

Cada quadrado é 1% de R$ 43,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Antonio Brito declarou ao TSE R$ 164 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 95 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2,5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Petrópolis (RJ) · REPUBLICANOS · suplente

De onde veio

R$ 22,5 mil
63% veio de fundos públicos; 9 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 22,5 mil.
  1. Fundo eleitoralR$ 14,2 mil63%
  2. PessoasR$ 6.93430,9%
  3. Próprio bolsoR$ 8934%
  4. VaquinhaR$ 4952,2%

Para onde foi

R$ 17 mil
O maior gasto foi com pessoal: 62% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 17 mil.
  1. PessoalR$ 10,6 mil62,3%
  2. Material impressoR$ 3.92723%
  3. EscritórioR$ 1.5899,3%
  4. InternetR$ 8495%
  5. ServiçosR$ 610,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Petrópolis (RJ), 2020

Mediana da disputa: R$ 49,1 por voto. Quem venceu, Paulo Igor, gastou R$ 20,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 10.396; o mais barato, R$ 19,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Profa Ana Claudia REDER$ 42 mil · 4 votosR$ 10.396
  • Andre Rocha REDER$ 73 mil · 52 votosR$ 1.409
  • Rita Fisioterapeuta MDBR$ 40 mil · 243 votosR$ 164
  • Georgette Vidor CIDADANIAR$ 52 mil · 392 votosR$ 134
  • Carlos Vieira CIDADANIAR$ 47 mil · 464 votosR$ 102
  • Dudu MDBR$ 150 mil · 2.526 votosR$ 59,2
  • Marcelo Lessa SOLIDARIEDADER$ 83 mil · 1.694 votosR$ 49,1
  • Bernardo Sabrá PSCR$ 69 mil · 1.552 votosR$ 44,8
  • Silmar Fortes PLR$ 39 mil · 1.254 votosR$ 31,1
  • Gilda Beatriz PSDR$ 71 mil · 2.825 votosR$ 25,3
  • Paulo Igor DCR$ 43 mil · 2.150 votosR$ 20,1
  • Ju Coletiva Feminista Popular PSOLR$ 50 mil · 2.561 votosR$ 19,5

Votos por real

  • 2020, vereador: 111 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 52% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 79 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 85 votos por R$ 1.000, 4,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.