Antônio Andrade
Antônio Andrade de Oliveira · nasceu em 1966
Antônio Andrade se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Passou por 3 partidos: PT (2004), PP (2008–2012), PSDB (2016), PP (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 54 anos, até o fundamental, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016Vereador · Santo Antônio do Rio Abaixo (MG)PSDB 45123· centro-direita· na urna, Toninho do Zaqueusuplente
- 2012Vereador · Santo Antônio do Rio Abaixo (MG)PP 11111· direita· na urna, Toninho do Zaqueueleito54 votos
- 2008Vereador · Santo Antônio do Rio Abaixo (MG)PP 11111· direita· na urna, Toninho do Zaqueueleito76 votos
- 2004Vereador · Santo Antônio do Rio Abaixo (MG)PT 13123· centro-esquerda· na urna, Toninho Zaqueusuplente62 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Antônio Andrade declarou R$ 275,8 mil em bens, em reais de hoje: 9,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 141 mil acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 9,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Antônio AndradeR$ 275,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Antônio Andrade declarou ao TSE R$ 3,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 1,1 mil, 19% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Santa Luzia (MG) · PP · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Santa Luzia (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 30,4 por voto. Quem venceu, Ilacir Bicalho, gastou R$ 12,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 590; o mais barato, R$ 12,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Kassia Gabriel REPUBLICANOSR$ 21 mil · 36 votosR$ 590
- Cidao Vigilante PSLR$ 28 mil · 70 votosR$ 404
- Tulio Da Gran Hall SOLIDARIEDADER$ 81 mil · 456 votosR$ 178
- Ricardo Cotonete SOLIDARIEDADER$ 39 mil · 368 votosR$ 105
- Ivo Melo PSDR$ 77 mil · 1.320 votosR$ 58,4
- Lacy Dias PSDBR$ 28 mil · 613 votosR$ 45,5
- Joao Binga PROSR$ 29 mil · 941 votosR$ 30,4
- Cristiano Matos PSLR$ 24 mil · 919 votosR$ 25,9
- Marcio Ferreira PSCR$ 27 mil · 1.061 votosR$ 25,3
- Suzane Bem Vindas PTR$ 23 mil · 1.281 votosR$ 17,8
- Luiza Do Hospital PSDR$ 29 mil · 1.722 votosR$ 17
- Ilacir Bicalho PSCR$ 30 mil · 2.339 votosR$ 12,9
Votos por real
- 2016, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 76 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 60 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.