Antonio Amaral
Antonio Velci Amaral · nasceu em 1964
Antonio Amaral se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: DEM (2002–2004), PSC (2008–2010), DC (2012), PSC (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 52 anos, ensino médio, músico, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2010Deputado estadual · Rio Grande do SulPSC 20123· direitasuplente1.632 votos; 333º mais votado de 545 no estado
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · Rio Grande do SulDEM 25496· direitasuplente835 votos; 370º mais votado de 461 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Antonio Amaral teve 1.632 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 333º lugar entre 545 candidatos.
Recebeu votos em 107 cidades. Gravataí deu 45,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 75,4%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Antonio Amaral declarou R$ 19,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 6.014 acima da inflação.
Declarou 27% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Antonio AmaralR$ 19,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Antonio Amaral declarou ao TSE R$ 41 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 19 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Gravataí (RS) · PSC · não eleito
De onde veio
- PessoasR$ 2.34850,9%
- Próprio bolsoR$ 2.26749,1%
Para onde foi
- Material impressoR$ 3.88684,2%
- TransporteR$ 48610,5%
- OutrosR$ 2435,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Gravataí (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 30,5 por voto. Quem venceu, Dimas Costa, gastou R$ 17,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.270; o mais barato, R$ 17,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sândro Gomes PVR$ 62 mil · 49 votosR$ 1.270
- Marcio Souza PVR$ 48 mil · 952 votosR$ 50,5
- Evandro Soares DEMR$ 60 mil · 1.200 votosR$ 49,7
- Roberto Andrade PPR$ 63 mil · 1.306 votosR$ 48,2
- Selma Fraga DEMR$ 45 mil · 1.090 votosR$ 40,9
- Luciano Oliveira PTBR$ 38 mil · 1.107 votosR$ 34,7
- Rosane Bordignon PDTR$ 48 mil · 1.578 votosR$ 30,5
- Régis Fonseca PSDR$ 34 mil · 1.201 votosR$ 28,7
- Nadir Rocha MDBR$ 66 mil · 2.450 votosR$ 27,1
- Paulinho Da Farmácia MDBR$ 67 mil · 2.947 votosR$ 22,7
- Alan Vieira MDBR$ 43 mil · 1.986 votosR$ 21,5
- Dimas Costa PSDR$ 51 mil · 2.880 votosR$ 17,8
Votos por real
- 2016, vereador: 94 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 63 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 84 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 229 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.