Apuração
Vereador · 2016 · PSD

Antonio

Antonio Carlos de Souza Santos · nasceu em 1961

Antonio se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,52← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DEM2008DEM2012PSD2016PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Passou por 2 partidos: DEM (2004–2008), PSD (2012–2016).

VereadorPartidoDEMPSD2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 55 anos, ensino médio, ocupante de cargo em comissão, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PSD 55369· direita
    suplente
  2. 2012
    PSD 55369· direita· na urna, Antonio do Sindicato
    suplente115 votos
  3. 2008
    DEM 25369· direita· na urna, Antônio do Sindicato
    eleito144 votos
  4. 2004
    DEM 25614· direita· na urna, Antonio do Sindicato
    suplente121 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Antonio declarou R$ 11 mil em bens, em reais de hoje.

Em 2016, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 1.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 11 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 5.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2012.

  • AntonioR$ 11 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 13,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 107,4 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 11 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Antonio declarou ao TSE R$ 9,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 5,3 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Dom Macedo Costa (BA) · PSD · suplente

De onde veio

R$ 1.313
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.313.
  1. Outros candidatosR$ 93371%
  2. Próprio bolsoR$ 38129%

Para onde foi

R$ 1.313
O maior gasto foi com serviços: 71% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.313.
  1. ServiçosR$ 93371%
  2. Material impressoR$ 31624%
  3. EscritórioR$ 654,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Dom Macedo Costa (BA), 2016

Mediana da disputa: R$ 15 por voto. Quem venceu, Professora Lene, gastou R$ 9,01 por voto. O voto mais caro custou R$ 83,2; o mais barato, R$ 9,01.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 23% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 144 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 51 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.