Antonio Lourenço
Antonio Lourenço Damasceno · nasceu em 1952
Antonio Lourenço se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em todas.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012 e 2016.
Passou por 2 partidos: PSDB (2004), PSB (2008–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 63 anos, até o fundamental, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Antonio Lourenço declarou R$ 186,8 mil em bens, em reais de hoje: 8,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 365,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou 8,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2016.
- Antonio LourençoR$ 186,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 66,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Sitio casa verdeR$ 65 milOutros bens imóveis rural
- 48 Hectares de terra na localidade cruzR$ 48,7 milOutros bens imóveis rural
- Automovel modelo ford F-1000R$ 40,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Sitio lourenço localidade cruz com 30 hectares de terraR$ 32,5 milOutros bens imóveis rural
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Antonio Lourenço declarou ao TSE R$ 34 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 14 mil, 30% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Morro Cabeça No Tempo (PI) · PSB · eleito
De onde veio
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 9.55369,4%
- Fundo partidárioTudo de Partido Socialista BrasileiroR$ 4.11329,9%
- Outros candidatosR$ 970,7%
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 1.45710,6%
- Material impressoR$ 5754,2%
- OutrosR$ 3< 0,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Morro Cabeça No Tempo (PI), 2016
Antonio Lourenço: R$ 89,4 por voto (mediana da disputa, R$ 98,9). Quem venceu, Raimundinho, gastou R$ 53,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 294; o mais barato, R$ 53,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Antonio Lourenço. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gilson Lorenço PLR$ 10 mil · 34 votosR$ 294
- Gordin De Adão REPUBLICANOSR$ 9,3 mil · 37 votosR$ 252
- Ildeci PPR$ 15 mil · 61 votosR$ 239
- Nislene PSDBR$ 18 mil · 106 votosR$ 174
- Zulmerindo CIDADANIAR$ 11 mil · 88 votosR$ 122
- Nei PSBR$ 21 mil · 188 votosR$ 113
- Chico Mendes REPUBLICANOSR$ 11 mil · 114 votosR$ 98,9
- Antonio Lourenço PSBR$ 14 mil · 154 votosR$ 89,4
- Niltin PPR$ 9,5 mil · 129 votosR$ 73,3
- Acelia PTBR$ 11 mil · 159 votosR$ 68,5
- Wlisses PDTR$ 9,2 mil · 140 votosR$ 65,9
- Raimundinho PROSR$ 9,6 mil · 179 votosR$ 53,5
Votos por real
- 2016, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 79% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.