Antenor Figueiredo
Antenor de Figueiredo Neto · nasceu em 1963
Antenor Figueiredo se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PP (2008), PL (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 49 anos, superior completo, contador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Antenor Figueiredo declarou R$ 2,1 mi em bens, em reais de hoje: 21 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso.
Em 2012, não declarou nenhum bem.
Declarou 21 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2008.
- Antenor FigueiredoR$ 2,1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 99,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 169,6 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 4 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- Uma area de terra no distrito de mimoso 800 hectaresR$ 1,9 miBens rurais e animais
- Um automovel marca toyota financiadoR$ 94,4 milVeículos, barcos e aeronaves
- Um lote residencial no loteamento joquei clubeR$ 94,4 milImóveis
- Um lote residencial no loteamento joquei clubeR$ 67,4 milImóveis
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Antenor Figueiredo declarou ao TSE R$ 346 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 303 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Cuiabá (MT) · PL · suplente
De onde veio
- Outros candidatosTudo de Eleição 2012 Mauro Mendes Ferreira PrefeitoR$ 203,7 mil67,1%
- PartidoTudo de Direção MunicipalR$ 54,2 mil17,9%
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 35,5 mil11,7%
- Próprio bolsoR$ 9.9643,3%
Para onde foi
- Pessoal65 pessoas, não nomeadasR$ 146,1 mil48,2%
- ServiçosR$ 30,7 mil10,1%
- EscritórioR$ 10,3 mil3,4%
- EventosR$ 6.5502,2%
- OutrosR$ 8660,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Cuiabá (MT), 2012
Mediana da disputa: R$ 194 por voto. Quem venceu, Adevair Cabral, gastou R$ 132 por voto. O voto mais caro custou R$ 444; o mais barato, R$ 132.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fabio Felipe MOBILIZAR$ 845 mil · 1.905 votosR$ 444
- Aldo Luiz Daltro PSDR$ 851 mil · 2.120 votosR$ 402
- Vitor Parente MDBR$ 426 mil · 1.313 votosR$ 325
- Fabiano Prates MDBR$ 580 mil · 1.972 votosR$ 294
- Haroldo Kuzai Da Açofer MDBR$ 1,1 milhão · 4.010 votosR$ 284
- Flavia Mesquita PPR$ 511 mil · 2.342 votosR$ 218
- Dr. Maurelio Ribeiro PSDBR$ 629 mil · 3.245 votosR$ 194
- Paulo Borges Jr PSDBR$ 515 mil · 2.967 votosR$ 174
- Dilemário Alencar PTBR$ 482 mil · 3.084 votosR$ 156
- Lueci Ramos PSDBR$ 491 mil · 3.195 votosR$ 154
- João Emanuel PSDR$ 844 mil · 5.824 votosR$ 145
- Adevair Cabral PDTR$ 575 mil · 4.354 votosR$ 132
Votos por real
- 2012, vereador: 7,5 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.