Apuração
Vereador · 2020 · PDT

Schenkel

Anselmo Jose Schenkel · nasceu em 1947

Schenkel se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPDT+0,14← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2008PP2012PP2020PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 2 partidos: PDT (2004), PP (2008–2012), PDT (2020).

VereadorPartidoPDTPPPDT’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 73 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PDT 12000· centro-esquerda
    suplente
  2. 2012
    PP 11234· direita· na urna, Anselmo Schenkel
    suplente
  3. 2008
    Vereador · Dois Irmãos (RS)
    PP 11234· direita· na urna, Anselmo Jose Schenkel - Schenk
    suplente
  4. 2004
    Vereador · Dois Irmãos (RS)
    PDT 12345· centro-esquerda· na urna, Anselmo Schenkel
    eleito684 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Schenkel declarou R$ 668,7 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 489,8 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 668,7 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 465.500 na declaração)

Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.

  • SchenkelR$ 668,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 668,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Schenkel declarou ao TSE R$ 7,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 4,3 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · São José do Sul (RS) · PDT · suplente

De onde veio

R$ 1.988
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.988.
  1. Próprio bolsoR$ 1.41571,2%
  2. PessoasR$ 57328,8%

Para onde foi

R$ 1.988
O maior gasto foi com serviços: 89% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.988.
  1. ServiçosR$ 1.76989%
  2. Material impressoR$ 21911%

Quanto custou cada voto: vereador, São José do Sul (RS), 2020

Schenkel: R$ 99,4 por voto (mediana da disputa, R$ 29,2). Quem venceu, Aloisio Junges, gastou R$ 20,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 331; o mais barato, R$ 20,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Schenkel. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Fernanda Lisboa PDTR$ 2 mil · 6 votosR$ 331
  • Tacy Carlotto MDBR$ 2 mil · 8 votosR$ 249
  • Ricardo O Fritz PDTR$ 2 mil · 15 votosR$ 133
  • Schenkel PDTR$ 2 mil · 20 votosR$ 99,4
  • Oscar K Da Rosa PDTR$ 2 mil · 66 votosR$ 30,1
  • Renato Kirch MDBR$ 2 mil · 66 votosR$ 30,1
  • Janice Escher PDTR$ 2 mil · 68 votosR$ 29,2
  • Ida Kremer PDTR$ 2 mil · 71 votosR$ 28
  • Nadir PDTR$ 2 mil · 74 votosR$ 26,9
  • Fia PDTR$ 2 mil · 80 votosR$ 24,9
  • Adriano Kniest MDBR$ 2 mil · 97 votosR$ 20,5
  • Aloisio Junges PDTR$ 2 mil · 98 votosR$ 20,3

Votos por real

  • 2020, vereador: 10 votos por R$ 1.000, 28% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 62 votos por R$ 1.000, 86% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 684 votos por R$ 1.000, 6,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.