Apuração
Vereador · 2024 · PP

Anníbal Bianchini

Annibal Bonemer Azevedo da Rocha · nasceu em 1991

Anníbal Bianchini se candidatou em 4 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,47← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2016PDT2020AGIR2022PP2024PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PDT (2016), AGIR (2020), PP (2022–2024).

Dep. estadualPrefeitoVereadorPartidoPDTAGIRPP20162018202020222024
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.

Declarou ao TSE em 2024: 33 anos, superior completo, administrador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereador · Maringá (PR)
    PP 11007· direita
    suplente
  2. 2022
    Deputado estadual · Paraná
    PP 11007· direita
    suplente4.991 votos; 174º mais votado de 860 no estado
  3. 2020
    Prefeito · Maringá (PR)
    AGIR 36· direita· na urna, Annibal Bianchini
    não eleito1.005 votos, 0,6%
  4. 2016
    Vereador · Maringá (PR)
    PDT 12007· centro-esquerda
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Anníbal Bianchini teve 4.991 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 174º lugar entre 860 candidatos.

Recebeu votos em 232 cidades. Maringá deu 42,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 74,1%.

4.991 votos
votos para deputado estadual em 2022
Cada quadrado é 1% de 4.991 votos.
  1. Maringá (PR)2.107 votos42,2%
  2. Curitiba (PR)695 votos13,9%
  3. Londrina (PR)204 votos4,1%
  4. Sarandi (PR)109 votos2,2%
  5. Foz do Iguaçu (PR)74 votos1,5%
  6. Outras 217 cidades1.294 votos25,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Anníbal Bianchini declarou R$ 204,8 mil em bens, em reais de hoje: 6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2016 e 2024, o total subiu R$ 73,9 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 204,8 mil
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 185.400 na declaração)

Declarou 6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2024.

  • Anníbal BianchiniR$ 204,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 34,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 138,4 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 204,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Anníbal Bianchini declarou ao TSE R$ 415 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputado estadual: R$ 225 mil, 96% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Maringá (PR) · PP · suplente

De onde veio

R$ 33,3 mil
25% veio de fundos públicos; 6 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 33,3 mil.
  1. PessoasR$ 16,1 mil48,3%
  2. Próprio bolsoR$ 8.70426,2%
  3. Fundo eleitoralR$ 5.46816,4%
  4. Outros candidatosR$ 2.1476,5%
  5. Fundo partidárioR$ 8592,6%

Para onde foi

R$ 23,2 mil
O maior gasto foi com material impresso: 47% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 23,2 mil.
  1. Material impressoR$ 10,8 mil46,6%
  2. InternetR$ 8.69537,4%
  3. ServiçosR$ 2.81112,1%
  4. TransporteR$ 8953,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Maringá (PR), 2024

Mediana da disputa: R$ 62,2 por voto. Quem venceu, Delegado Luiz Alves, gastou R$ 12,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 349; o mais barato, R$ 12,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Fabiano Batista PSDR$ 167 mil · 477 votosR$ 349
  • Ademir Vanzo PTR$ 95 mil · 432 votosR$ 220
  • Bia Correa PTR$ 97 mil · 939 votosR$ 103
  • Vera Nogueira PTR$ 117 mil · 1.144 votosR$ 103
  • Margot PTR$ 90 mil · 1.242 votosR$ 72,7
  • Jeremias PLR$ 95 mil · 1.525 votosR$ 62,4
  • Carlos Mariucci PTR$ 89 mil · 1.434 votosR$ 62,2
  • Akemi Nishimori PSDR$ 181 mil · 3.045 votosR$ 59,5
  • Mario Hossokawa PPR$ 82 mil · 1.813 votosR$ 45,2
  • Alex Chaves MDBR$ 77 mil · 1.905 votosR$ 40,4
  • Mario Verri PTR$ 107 mil · 3.766 votosR$ 28,4
  • Delegado Luiz Alves PLR$ 69 mil · 5.488 votosR$ 12,7

Votos por real

  • 2024, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
  • 2022, deputado estadual: 23 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
  • 2020, prefeito: 8 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 42% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.