Anjo Gabriel
Gabriel Ferreira Pinto Davino · nasceu em 1959
Anjo Gabriel se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 4 partidos: PDT (2004), PSC (2008), PSD (2012), MDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 57 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Anjo Gabriel declarou R$ 292,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 300,8 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador em Sergipe não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Anjo Gabriel declarou ao TSE R$ 4,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 1,5 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · General Maynard (SE) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 64850%
- Outros candidatosR$ 64850%
Para onde foi
- ServiçosR$ 64850%
- EscritórioR$ 64850%
Quanto custou cada voto: vereador, General Maynard (SE), 2016
Mediana da disputa: R$ 25,1 por voto. Quem venceu, Givaldo Lidio, gastou R$ 7,86 por voto. O voto mais caro custou R$ 198; o mais barato, R$ 7,86.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Peteco PRPR$ 1,8 mil · 9 votosR$ 198
- Denio Mota PC do BR$ 2 mil · 18 votosR$ 112
- Ayala De Geno PRPR$ 1,5 mil · 26 votosR$ 56
- Professor Sotero PPR$ 1,7 mil · 50 votosR$ 34,3
- Hailton Da Academia CIDADANIAR$ 2,1 mil · 70 votosR$ 29,4
- Zé Rodrigues PSCR$ 2,4 mil · 90 votosR$ 26,9
- Cássio De Honorina PRPR$ 1,8 mil · 71 votosR$ 25,1
- Mano PC do BR$ 2 mil · 120 votosR$ 16,9
- Sapato PATRIOTAR$ 1,7 mil · 103 votosR$ 16,5
- Cora PDTR$ 2 mil · 166 votosR$ 12,2
- Nal PSBR$ 1,8 mil · 155 votosR$ 11,6
- Givaldo Lidio MDBR$ 1,4 mil · 175 votosR$ 7,86
Votos por real
- 2012, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 42% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 69 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.