Aninha de Bacuca
Ana Cristina Gonzaga Pereira · nasceu em 1975
Aninha de Bacuca se candidatou em 2 eleições, de 2020 a 2022, e foi eleita em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSOL.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputada federal, 2022, não eleita.
Declarou ao TSE em 2022: 47 anos, ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2022
- 2020
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Aninha de Bacuca teve 62 votos para deputada federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 130º lugar entre 154 candidatos.
Recebeu votos em 10 cidades. Pão de Açúcar deu 61,3% deles.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Aninha de Bacuca declarou ao TSE R$ 46 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputada federal: R$ 31 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2022 · Deputada federal · Alagoas · PSOL · não eleita
De onde veio
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 14,4 mil47,1%
- Pessoal3 pessoas, não nomeadasR$ 4.56114,9%
- TransporteR$ 1.4564,8%
- EscritórioR$ 890,3%
Quanto custou cada voto: deputada federal, Alagoas, 2022
Mediana da disputa: R$ 55,7 por voto. Quem venceu, Rafael Brito (Tio Rafa), gastou R$ 16,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.234; o mais barato, R$ 16,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Régis Cavalcante CIDADANIAR$ 3 milhões · 2.417 votosR$ 1.234
- Conceição Tavares PPR$ 1,8 milhão · 1.633 votosR$ 1.107
- Amanda Mendonça PSBR$ 667 mil · 1.408 votosR$ 474
- Ana Hora PSDBR$ 841 mil · 1.971 votosR$ 427
- Lara Omena PPR$ 2,2 milhões · 5.443 votosR$ 410
- Mirian Monte UNIÃOR$ 925 mil · 2.969 votosR$ 311
- Laís Brandão MDBR$ 843 mil · 3.520 votosR$ 239
- Dr Márcio UNIÃOR$ 1,5 milhão · 6.538 votosR$ 222
- Flavio Moreno PPR$ 2 milhões · 15.435 votosR$ 130
- Pedro Vilela PSDBR$ 3,3 milhões · 25.770 votosR$ 130
- Joao Catunda PPR$ 2,8 milhões · 24.754 votosR$ 113
- Tereza Nelma PSDR$ 2,7 milhões · 24.722 votosR$ 108
- Severino Pessoa MDBR$ 3 milhões · 32.508 votosR$ 92,4
- David Empregos Al UNIÃOR$ 810 mil · 10.278 votosR$ 78,8
- Rodrigo Valença UNIÃOR$ 2,4 milhões · 43.644 votosR$ 55,7
- Maurício Quintella MDBR$ 1,8 milhão · 34.097 votosR$ 51,6
- Gilvan Barros PPR$ 2,6 milhões · 53.732 votosR$ 48,1
- Silvania Barbosa MDBR$ 659 mil · 14.193 votosR$ 46,4
- Isnaldo Bulhões Jr MDBR$ 3,9 milhões · 83.965 votosR$ 46,2
- Daniel Barbosa PPR$ 2,8 milhões · 63.385 votosR$ 43,9
- Marx Beltrão PPR$ 3,1 milhões · 88.512 votosR$ 34,6
- Nivaldo Albuquerque REPUBLICANOSR$ 2,3 milhões · 67.697 votosR$ 33,4
- Delegado Fabio Costa PPR$ 2 milhões · 60.767 votosR$ 33
- Paulão PTR$ 2,2 milhões · 65.814 votosR$ 32,9
- Dr Jhc PSBR$ 3 milhões · 92.594 votosR$ 32,9
- Alfredo Gaspar UNIÃOR$ 3 milhões · 102.039 votosR$ 29,5
- Gustavo Lima PSDR$ 994 mil · 37.100 votosR$ 26,8
- Arthur Lira PPR$ 3,8 milhões · 219.452 votosR$ 17,2
- Rafael Brito (Tio Rafa) MDBR$ 983 mil · 58.134 votosR$ 16,9
Votos por real
- 2022, deputada federal: 2 votos por R$ 1.000, 20% da mediana da disputa.
- 2020, prefeita: 4,9 votos por R$ 1.000, 20% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.