Apuração
Vice-prefeito · 2024 · MDB

Anilton

Anilton Bastos Pereira · nasceu em 1953

Anilton se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,34← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008DEM2012PDT2018PODE2020PODE2024MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2008 e 2012.

Passou por 4 partidos: DEM (2008), PDT (2012), PODE (2018–2020), MDB (2024).

Dep. estadualPrefeitoVice-prefeitoPartidoDEMPDTPODEMDB’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2024: 70 anos, superior completo, médico, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vice-prefeito · Paulo Afonso (BA)
    MDB 11· centro-direita
    chapa não eleita22.137 votos da chapa, 34,9%
  2. 2020
    Prefeito · Paulo Afonso (BA)
    PODE 19· direita· na urna, Anilton Bastos
    não eleito12.074 votos, 20,8%
  3. 2018
    Deputado estadual · Bahia
    PODE 19999· direita
    suplente39.409 votos; 67º mais votado de 576 no estado
  4. 2012
    Prefeito · Paulo Afonso (BA)
    PDT 12· centro-esquerda· na urna, Anilton Bastos
    eleito35.193 votos, 65,7%
  5. 2008
    Prefeito · Paulo Afonso (BA)
    DEM 25· direita· na urna, Anilton Bastos
    eleito26.508 votos, 50,8%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Anilton teve 39.409 votos para deputado estadual, 0,6% dos votos válidos do estado: 67º lugar entre 576 candidatos.

Recebeu votos em 155 cidades. Paulo Afonso deu 46,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,0%.

39.409 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 39.409 votos.
  1. Paulo Afonso (BA)18.355 votos46,6%
  2. Salvador (BA)12.560 votos31,9%
  3. Glória (BA)1.984 votos5%
  4. Pedro Alexandre (BA)1.981 votos5%
  5. Santa Brígida (BA)1.480 votos3,8%
  6. Outras 140 cidades1.163 votos3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Anilton declarou R$ 228,1 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2024, o total caiu R$ 155,3 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 228,1 mil
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 206.479 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 228,1 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
  1. Fazenda santa luzia-japoatã-seR$ 110,5 mil
    Outros bens imóveis rural
  2. Terreno- pirambu-seR$ 91,9 mil
    Terreno
  3. Imovel residencial-paulo afonso-baR$ 14,9 mil
    Casa
  4. Fazenda logrador-japoatã- SER$ 10,7 mil
    Outros bens imóveis rural

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Anilton declarou ao TSE R$ 2 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 834 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Prefeito · Paulo Afonso (BA) · PODE · não eleito

De onde veio

R$ 404,9 mil
87% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 404,9 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Podemos - Bahia - Ba - EstadualR$ 353,8 mil87,4%
  2. Próprio bolsoR$ 35,4 mil8,7%
  3. PessoasR$ 15,7 mil3,9%

Para onde foi

R$ 404,9 mil
O maior gasto foi com material impresso: 49% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 404,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeoTudo de M A Santos Junior ProducoesR$ 82,2 mil20,3%
  2. Pessoal1 pessoas, não nomeadasR$ 75,8 mil18,7%
  3. TransporteR$ 13,2 mil3,3%
  4. EscritórioR$ 7.3941,8%
  5. InternetR$ 7080,2%

Quanto custou cada voto: prefeito, Paulo Afonso (BA), 2020

Anilton Bastos: R$ 33,5 por voto (mediana da disputa, R$ 23,8). Quem venceu, Luiz De Deus, gastou R$ 23,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 151; o mais barato, R$ 6,37.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Anilton Bastos. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, prefeito: 30 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
  • 2018, deputado estadual: 387 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 53 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 32 votos por R$ 1.000, 5,5 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.