Angelino Rodrigues
nasceu em 1930
Angelino Rodrigues se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 3 partidos: PL (2004–2008), PSD (2012), PTB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 85 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Angelino Rodrigues declarou R$ 256,7 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 103 mil acima da inflação.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Angelino RodriguesR$ 256,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Angelino Rodrigues declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 5,5 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Salesópolis (SP) · PTB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Salesópolis (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 69,2 por voto. Quem venceu, Nei, gastou R$ 17,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 284; o mais barato, R$ 17,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Mazé Pontes PLR$ 6,3 mil · 22 votosR$ 284
- Ademir Do Ribeirão Do Pote PVR$ 11 mil · 48 votosR$ 234
- Irene REPUBLICANOSR$ 7,4 mil · 37 votosR$ 201
- Silvina Manicure PVR$ 6,3 mil · 35 votosR$ 179
- Ditinho Cruz PSBR$ 6,3 mil · 86 votosR$ 72,9
- Padilha PDTR$ 12 mil · 163 votosR$ 71,1
- Dunga PPR$ 9,6 mil · 138 votosR$ 69,2
- Prof.. Deise PSDR$ 6,9 mil · 164 votosR$ 41,8
- Mário Da Padaria PSDR$ 6,3 mil · 338 votosR$ 18,7
- Mineiro Do Restaurante CIDADANIAR$ 7,2 mil · 393 votosR$ 18,3
- Rodolfo Marcondes PDTR$ 7,6 mil · 427 votosR$ 17,8
- Nei DEMR$ 7,2 mil · 416 votosR$ 17,3
Votos por real
- 2016, vereador: 124 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 70 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 79 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.