Angelim Boro
Angelo Carlos Boro · nasceu em 1954
Angelim Boro se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 66 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016Vice-prefeito · Borrazópolis (PR)PT 12· centro-esquerda· na urna, Angelin BoroNa chapa de Daltonchapa não eleita1.994 votos da chapa, 37,5%
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Angelim Boro declarou R$ 767,1 mil em bens, em reais de hoje: 27 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 151,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 27 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2020.
- Angelim BoroR$ 767,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 28,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 143,6 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Chacara no bairro paulo kisnerR$ 430,9 milOutros bens imóveis
- Bairro paulo kisnerR$ 287,3 milCasa
- Fiat palio 2003R$ 34,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Fiat uno 2002R$ 8.619Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Moto honda broz 2005R$ 5.746Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Angelim Boro declarou ao TSE R$ 30 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 15 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Borrazópolis (PR) · PT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.13247,7%
- Fundo eleitoralR$ 84935,8%
- Outros candidatosR$ 39316,6%
Para onde foi
- PessoalR$ 1.13257,1%
- Material impressoR$ 84942,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Borrazópolis (PR), 2020
Angelim Boro: R$ 29,6 por voto (mediana da disputa, R$ 29,6). Quem venceu, Rosi Cerqueira, gastou R$ 8,90 por voto. O voto mais caro custou R$ 248; o mais barato, R$ 8,90.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Angelim Boro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Demitre Canhetti PTR$ 2 mil · 8 votosR$ 248
- Claudia Castro PTR$ 2 mil · 11 votosR$ 180
- Papa Leguas PTR$ 2 mil · 13 votosR$ 152
- Adriano PTR$ 2 mil · 16 votosR$ 124
- Rosa Do Caiçara PTR$ 2 mil · 21 votosR$ 94,3
- Solange Da Loterica PTR$ 2 mil · 46 votosR$ 43,1
- Angelim Boro PTR$ 2 mil · 67 votosR$ 29,6
- Bazuca PSDR$ 4,4 mil · 181 votosR$ 24,2
- Di PSLR$ 6,2 mil · 335 votosR$ 18,6
- Ze Carteiro PTR$ 2 mil · 117 votosR$ 16,9
- Leandro Cividini PDTR$ 3,5 mil · 229 votosR$ 15,5
- Rosi Cerqueira PDTR$ 2,4 mil · 271 votosR$ 8,90
Votos por real
- 2020, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 81% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 141 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.