Andrea Mota
Andrea Claudia Mota da Silva · nasceu em 1969
Andrea Mota se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleita em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2012.
Passou por 2 partidos: PL (2012), PSC (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeita, 2020, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2020: 50 anos, superior completo, empresário, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020Vice-prefeita · Bragança (PA)PSC 22· direitaNa chapa de Renato Oliveirachapa não eleita12.356 votos da chapa, 19,3%
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Andrea Mota declarou R$ 933,7 mil em bens, em reais de hoje.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Andrea Mota declarou ao TSE R$ 57 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 42 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Bragança (PA) · PSC · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 11,3 mil75,3%
- Próprio bolsoR$ 3.70024,7%
Para onde foi
- Material impressoR$ 5.15734,4%
- ServiçosR$ 4.74431,6%
- TransporteR$ 3.44122,9%
- PessoalR$ 1.65211%
Quanto custou cada voto: vereadora, Bragança (PA), 2016
Mediana da disputa: R$ 20,6 por voto. Quem venceu, Irene Farias, gastou R$ 9,40 por voto. O voto mais caro custou R$ 84,6; o mais barato, R$ 9,40.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Edson Barbosa CIDADANIAR$ 18 mil · 212 votosR$ 84,6
- Charlão PSDBR$ 18 mil · 460 votosR$ 38,6
- Joao Paulo PROSR$ 23 mil · 646 votosR$ 35,3
- Prof Nonato Ceara PTR$ 24 mil · 842 votosR$ 28,3
- Paulo Quadros PDTR$ 15 mil · 635 votosR$ 24,4
- Bruno Lima MDBR$ 28 mil · 1.327 votosR$ 21,2
- Rivaldo Miranda MDBR$ 26 mil · 1.261 votosR$ 20,6
- Fabricia Guimarâes MDBR$ 21 mil · 1.133 votosR$ 18,1
- Luizinho Brito PSDBR$ 29 mil · 2.032 votosR$ 14,4
- Renato Oliveira PSCR$ 31 mil · 2.353 votosR$ 13,3
- Maurição PHSR$ 15 mil · 1.152 votosR$ 13,3
- Irene Farias PLR$ 17 mil · 1.796 votosR$ 9,40
Votos por real
- 2016, vereadora: 73 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 61 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.