Andrea Mazo
Andrea de Matos Mazo · nasceu em 1978
Andrea Mazo se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleita em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: MDB (2002–2012), DEM (2016), PL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 42 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
- 2002Deputada estadual · São PauloMDB 15112· centrosuplente9.921 votos; 370º mais votada de 1.424 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Andrea Mazo teve 9.921 votos para deputada estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 370º lugar entre 1.424 candidatos.
Recebeu votos em 199 cidades. São Carlos deu 62,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Andrea Mazo declarou R$ 95,9 mil em bens, em reais de hoje: 2,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 83,1 mil acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 2,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- Andrea MazoR$ 95,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Andrea Mazo declarou ao TSE R$ 250 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 103 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · São Carlos (SP) · DEM · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 10,9 mil91,8%
- Outros candidatosR$ 9738,2%
Para onde foi
- Material impressoR$ 9.29378,2%
- PessoalR$ 1.45712,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 9738,2%
- EscritórioR$ 1671,4%
Quanto custou cada voto: vereadora, São Carlos (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 41,3 por voto. Quem venceu, Laíde Da Uipa, gastou R$ 16,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 97,9; o mais barato, R$ 16,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professor Azuaite CIDADANIAR$ 167 mil · 1.702 votosR$ 97,9
- Daniel Lima PSBR$ 50 mil · 866 votosR$ 58
- Marquinho Amaral MDBR$ 110 mil · 1.954 votosR$ 56,4
- Freire PSDBR$ 55 mil · 998 votosR$ 54,7
- Dé Alvim SOLIDARIEDADER$ 56 mil · 1.204 votosR$ 46,8
- Dimitri PDTR$ 44 mil · 996 votosR$ 44
- Roselei Françoso REDER$ 77 mil · 1.856 votosR$ 41,3
- Joao Muller MDBR$ 71 mil · 2.179 votosR$ 32,5
- Lucão MDBR$ 83 mil · 2.749 votosR$ 30,4
- Parana Filho PSBR$ 55 mil · 1.878 votosR$ 29,5
- Julio Cesar DEMR$ 62 mil · 3.111 votosR$ 20
- Laíde Da Uipa MDBR$ 41 mil · 2.440 votosR$ 16,8
Votos por real
- 2016, vereadora: 37 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 11 votos por R$ 1.000, 50% da mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 24 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 53 votos por R$ 1.000, 77% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.