André Melo
Carlos André Barbosa de Melo · nasceu em 1977
André Melo se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 2 partidos: DEM (2004), MDB (2008), DEM (2012–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2020: 43 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, André Melo declarou ao TSE R$ 61 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 22 mil, 96% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · São Lourenço da Mata (PE) · DEM · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 21,2 mil96%
- Outros candidatosR$ 8804%
Para onde foi
- Material impressoR$ 12,5 mil59,7%
- PessoalR$ 5.30725,3%
- ServiçosR$ 2.83013,5%
- InternetR$ 2831,4%
- EscritórioR$ 300,1%
Quanto custou cada voto: vereador, São Lourenço da Mata (PE), 2020
Mediana da disputa: R$ 30,8 por voto. Quem venceu, Fabinho Pereira, gastou R$ 7,56 por voto. O voto mais caro custou R$ 164; o mais barato, R$ 7,56.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Raminha De Mulequinho PROSR$ 11 mil · 69 votosR$ 164
- Marcos Gervasio CIDADANIAR$ 25 mil · 327 votosR$ 77,9
- Deize Do Leite PSBR$ 20 mil · 359 votosR$ 55,1
- Professora Vera PROSR$ 13 mil · 323 votosR$ 38,9
- Leopoldo PTBR$ 14 mil · 449 votosR$ 31,6
- Gilberto Monteiro PSBR$ 18 mil · 577 votosR$ 30,8
- Celso MDBR$ 21 mil · 863 votosR$ 24,5
- Salvador MDBR$ 13 mil · 1.068 votosR$ 12,4
- Leonardo Barbosa PSBR$ 14 mil · 1.167 votosR$ 12,3
- Deto De Lages MDBR$ 13 mil · 1.489 votosR$ 8,52
- Fabinho Pereira MDBR$ 12 mil · 1.554 votosR$ 7,56
Votos por real
- 2016, vereador: 86 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 64 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 40% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.