André do Bar
Andre Gomes Carneiro · nasceu em 1952
André do Bar se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2016.
Passou por 2 partidos: DEM (2004), PSDB (2008–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 63 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, André do Bar declarou R$ 1,6 mi em bens, em reais de hoje: 68 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 1,2 mi acima da inflação.
Declarou 68 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- André do BarR$ 1,6 mi
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Imovel localizado na rua josé rodrigues da paz sobrinhoR$ 487,4 milCasa
- Imovel localizado na rua josé rodrigues da paz sobrinhoR$ 406,2 milCasa
- Chácara localizada na estrada mario covasR$ 324,9 milOutros bens imóveis
- Imovel localizado na rua josé rodrigues da paz sobrinhoR$ 324,9 milCasa
- Mitsubishi L200 ano/mod 1994R$ 42,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- GM D10 ano/mod 1980R$ 19,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, André do Bar declarou ao TSE R$ 17 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 8,1 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Mairinque (SP) · PSDB · eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Mairinque (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 48,4 por voto. Quem venceu, Rafael Da Hipica, gastou R$ 26,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 184; o mais barato, R$ 26,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Divo Alexandre MDBR$ 16 mil · 86 votosR$ 184
- Bacurau PSCR$ 11 mil · 66 votosR$ 172
- Giampiero Terrassan CIDADANIAR$ 24 mil · 247 votosR$ 98,4
- Teixeira Da Combloco PSBR$ 24 mil · 299 votosR$ 80,4
- Beto Juares PDTR$ 23 mil · 286 votosR$ 78,8
- Gino César PROSR$ 13 mil · 260 votosR$ 49
- Abner Segura MDBR$ 29 mil · 593 votosR$ 48,4
- Bruno Tam PATRIOTAR$ 20 mil · 414 votosR$ 47,8
- Dito Corsi PROSR$ 11 mil · 333 votosR$ 32,1
- Vá PSBR$ 11 mil · 354 votosR$ 30,9
- Tulio Camargo PRPR$ 32 mil · 1.044 votosR$ 30,7
- Rafael Da Hipica MDBR$ 19 mil · 709 votosR$ 26,3
Votos por real
- 2016, vereador: 164 votos por R$ 1.000, 5,6 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 53 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 120 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 363 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.