Anderson Exceller
Anderson Prudente de Oliveira · nasceu em 1976
Anderson Exceller se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: PSD (2012–2014), SOLIDARIEDADE (2016), PTB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2020: 44 anos, superior incompleto, cor branca. A cor declarada mudou: branca em 2014, parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2014
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Anderson Exceller teve 4.308 votos para deputado estadual, 0,5% dos votos válidos do estado: 63º lugar entre 382 candidatos.
Recebeu votos em 33 cidades. Ji-Paraná deu 91,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Anderson Exceller declarou R$ 430,9 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Rondônia. Entre 2014 e 2020, o total subiu R$ 419,3 mil acima da inflação.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Rondônia em 2020.
- Anderson ExcellerR$ 430,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 37,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 126,4 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Anderson Exceller declarou ao TSE R$ 359 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 210 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Ji-Paraná (RO) · PTB · candidatura não chegou à urna
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Ji-Paraná (RO), 2020
Mediana da disputa: R$ 37 por voto. Quem venceu, Nim Barroso, gastou R$ 15,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 186; o mais barato, R$ 15,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Vera Márcia PTR$ 71 mil · 384 votosR$ 186
- Josildo Despachante PSDBR$ 25 mil · 147 votosR$ 173
- Weslei Brito DEMR$ 58 mil · 597 votosR$ 97,3
- Sargento Jean César PSLR$ 36 mil · 548 votosR$ 65,7
- Marcelo Lemos PSDR$ 58 mil · 904 votosR$ 63,7
- Raphael Da Auto Escola PSDBR$ 23 mil · 422 votosR$ 53,7
- Prof Elvis Gomes REPUBLICANOSR$ 21 mil · 555 votosR$ 37
- Geraldo Da 102 MDBR$ 21 mil · 579 votosR$ 36,4
- Professora Renata Fuverki PSBR$ 21 mil · 594 votosR$ 35,4
- Beto Wosniach PDTR$ 18 mil · 574 votosR$ 31,6
- Doutora Rosana Veterinária DEMR$ 35 mil · 1.681 votosR$ 21
- Nim Barroso DEMR$ 28 mil · 1.820 votosR$ 15,6
Votos por real
- 2016, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 94% da mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 20 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.