Apuração
Deputado federal · 2026 · PSB

Anderson Deoli

Anderson Tuchinski de Oliveira · nasceu em 1974

Anderson Deoli se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2026, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,02← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2016PSC2026PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PSC (2016), PSB (2026).

Dep. federalPrefeitoPartidoPSCPSB201620182020202220242026
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2026, não eleito.

Declarou ao TSE em 2026: 52 anos, superior completo, administrador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2026
    Deputado federal · Paraná
    PSB 4002· centro-esquerda
    não eleito205 votos; 360º mais votado de 404 no estado
  2. 2016
    PSC 20· direita· na urna, Pastor Anderson Deoli
    não eleito29 votos, 0,8%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2026, Anderson Deoli teve 205 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 360º lugar entre 404 candidatos.

Recebeu votos em 31 cidades. Curitiba deu 42,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,7%.

205 votos
votos para deputado federal em 2026
Cada quadrado é 1% de 205 votos.
  1. Curitiba (PR)88 votos42,9%
  2. Lapa (PR)31 votos15,1%
  3. Palmas (PR)16 votos7,8%
  4. Colombo (PR)12 votos5,9%
  5. São José dos Pinhais (PR)9 votos4,4%
  6. Outras 16 cidades17 votos8,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Anderson Deoli declarou ao TSE R$ 72 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2026, para deputado federal: R$ 63 mil, 100% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2026 · Deputado federal · Paraná · PSB · não eleito

De onde veio

R$ 63 mil
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 15,7 mil
O maior gasto foi com serviços: 26% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 15,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeoTudo de 64.086.789 Marcos Felipe Ferreira De OliveiraR$ 4.00025,5%
  2. ServiçosTudo de 40.532.281 Graciele Costa PadilhaR$ 4.00025,5%
  3. Pessoal2 pessoas, não nomeadasR$ 3.24220,7%
  4. InternetTudo de Meta (Facebook, Instagram)R$ 1.0446,7%
  5. OutrosTudo de 35.756.632 Daniel Augusto MichelettiR$ 7905%
  6. EscritórioR$ 160,1%

As contas de 2026 ainda não são finais: o TSE segue recebendo as prestações de contas.

Quanto custou cada voto: deputado federal, Paraná, 2026

Mediana da disputa: R$ 32,5 por voto. Quem venceu, Jeffrey Chiquini, gastou R$ 4,70 por voto. O voto mais caro custou R$ 192; o mais barato, R$ 4,70.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2026, deputado federal: 13 votos por R$ 1.000, 41% da mediana da disputa (contas parciais).
  • 2016, prefeito: 3,3 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.