Apuração
Vereador · 2016 · PSB

Anacleto Olegário

nasceu em 1967

Anacleto Olegário se candidatou em 2 eleições, de 2014 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSB+0,10← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2014PRP2016PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PRP (2014), PSB (2016).

Dep. federalVereadorPartidoPRPPSB20142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 49 anos, até o fundamental, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PSB 40140· centro-esquerda
    suplente
  2. 2014
    Deputado federal · Santa Catarina
    PRP 4410· direita· na urna, Anacleto Olegario
    não eleito1.625 votos; 83º mais votado de 128 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Anacleto Olegário teve 1.625 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 83º lugar entre 128 candidatos.

Recebeu votos em 62 cidades. Camboriú deu 63,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,7%.

1.625 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 1.625 votos.
  1. Camboriú (SC)1.032 votos63,5%
  2. Balneário Camboriú (SC)227 votos14%
  3. Itajaí (SC)44 votos2,7%
  4. Itapema (SC)43 votos2,6%
  5. Florianópolis (SC)29 votos1,8%
  6. Outras 47 cidades103 votos6,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Anacleto Olegário declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 11 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Balneário Camboriú (SC) · PSB · suplente

De onde veio

R$ 10,8 mil
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,8 mil.
  1. PessoasR$ 4.93945,8%
  2. Próprio bolsoR$ 2.78825,8%
  3. Outros candidatosR$ 2.57623,9%
  4. PartidoR$ 4864,5%

Para onde foi

R$ 10,8 mil
O maior gasto foi com transporte: 72% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,8 mil.
  1. TransporteR$ 7.77272%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 1.47213,6%
  3. Material impressoR$ 1.10410,2%
  4. EscritórioR$ 3593,3%
  5. ServiçosR$ 810,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Balneário Camboriú (SC), 2016

Mediana da disputa: R$ 80,2 por voto. Quem venceu, Leonardo Piruka, gastou R$ 39,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 125; o mais barato, R$ 39,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 8,4 votos por R$ 1.000, 42% da mediana da disputa.
  • 2014, deputado federal: 1.625 votos por R$ 1.000, 19 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.