Anab
Anab Sandre Monteiro da Costa · nasceu em 1973
Anab se candidatou em 6 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PSC (2008–2014), PRTB (2022), MDB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 50 anos, superior completo, servidor público civil aposentado, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2014, preta em 2022, parda em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2022Deputado estadual · AmapáPRTB 28369· direita· na urna, Anab Monteironão eleito2.273 votos; 56º mais votado de 335 no estado
- 2014Deputado estadual · AmapáPSC 20369· direita· na urna, Anab Monteirosuplente1.901 votos; 65º mais votado de 338 no estado
- 2012
- 2010
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Anab teve 2.273 votos para deputado estadual, 0,6% dos votos válidos do estado: 56º lugar entre 335 candidatos.
Recebeu votos em 16 cidades. Macapá deu 92,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 100,0%.
As outras 2 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Anab declarou R$ 397,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 289,8 mil acima da inflação.
Mais da metade (61%) dos candidatos a vereador no Amapá não declarou nenhum bem em 2024.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Anab declarou ao TSE R$ 276 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 93 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Macapá (AP) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- ServiçosR$ 52,1 mil73,3%
- TransporteR$ 18,9 mil26,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Macapá (AP), 2024
Mediana da disputa: R$ 128 por voto. Quem venceu, Pedro Dalua, gastou R$ 47,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.683; o mais barato, R$ 47,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Josineide Bandeira PC do BR$ 219 mil · 130 votosR$ 1.683
- Telminha UNIÃOR$ 213 mil · 145 votosR$ 1.472
- Geovana Cp UNIÃOR$ 213 mil · 321 votosR$ 665
- Mônica Penha UNIÃOR$ 213 mil · 421 votosR$ 507
- Lucélia Quaresma UNIÃOR$ 213 mil · 1.150 votosR$ 185
- Professor Joel PODER$ 212 mil · 1.558 votosR$ 136
- Aline Medeiros REPUBLICANOSR$ 213 mil · 1.671 votosR$ 128
- Marciane PSDR$ 197 mil · 2.200 votosR$ 89,7
- Sandra Lacerda PODER$ 214 mil · 2.469 votosR$ 86,7
- Ruzivan REPUBLICANOSR$ 208 mil · 2.643 votosR$ 78,6
- Luana Serrão UNIÃOR$ 213 mil · 3.360 votosR$ 63,4
- Pedro Dalua UNIÃOR$ 204 mil · 4.309 votosR$ 47,3
Votos por real
- 2024, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2022, deputado estadual: 174 votos por R$ 1.000, 24 vezes a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 64 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.