Ana Maria
Ana Maria Ricardo · nasceu em 1949
Ana Maria se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleita em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2004 e 2008.
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 62 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Ana Maria declarou R$ 40,4 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2012, não declarou nenhum bem.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.
- Ana MariaR$ 40,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Ana Maria declarou ao TSE R$ 2,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereadora: R$ 2,1 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereadora · Senador Cortes (MG) · DEM · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereadora, Senador Cortes (MG), 2012
Mediana da disputa: R$ 13,6 por voto. Quem venceu, Joao Lucio, gastou R$ 12,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 676; o mais barato, R$ 7,23.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Flavinho PVR$ 676 · 1 votosR$ 676
- E. Caetano DEMR$ 3,8 mil · 8 votosR$ 476
- Serginho PTBR$ 784 · 9 votosR$ 87,1
- Bruninho PPR$ 1,4 mil · 43 votosR$ 33,5
- Dêga PPR$ 676 · 30 votosR$ 22,5
- Altair PPR$ 1,5 mil · 91 votosR$ 16,9
- Luiz Muniz PPR$ 1,3 mil · 96 votosR$ 13,6
- Fernando PTBR$ 1,4 mil · 112 votosR$ 12,9
- Joao Lucio PTBR$ 2,1 mil · 164 votosR$ 12,7
- Delei PTBR$ 795 · 65 votosR$ 12,2
- Pedro Eugênio PTBR$ 892 · 79 votosR$ 11,3
- Odair PSDR$ 795 · 110 votosR$ 7,23
Votos por real
- 2012, vereadora: 68 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 40 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.